28º Dia – Ore pela Restauração do Altar!

23 04 2011

Sede meus imitadores (Palavra para Pastores e líderes)
por Ap. Luiz Hermínio dos Santos

“Lucas 11. 1”.

Introdução:

Jesus estava orando… Eles pediram… “Ensina-nos a orar”.
Eles não Pediram: ensina-nos a pregar, ou a  jejuar, ou a cantar, ou a evangelizar.

Tudo isso nasce de uma vida de oração. Eles viam o Seu líder orando. Lucas 5: 15 – 16; Marcos 6: 30 – 32; João 6: 15.
Jesus tocava seus liderados com o Seu estilo de vida.
Um líder deve influenciar seus liderados a irem a Deus. O Pai influencia seus filhos.
Ninguém segue alguém que não sabe onde está indo.
Jesus não orou por Eles, mas Ele os instruiu a orar também.

Existem dois tipos de líderes:

Líder que Comanda: Ele faz junto com os seus liderados.
Líder que Manda: Só dá ordens.
O que comanda tem autoridade e o que manda tem autoritarismo.

 Lembre-se:

Jesus não era controlado por pessoas, Ele confrontava a religião; os fariseus só mandavam, atavam fardos pesados sobre os outros. Mas Jesus os amava o suficiente para falar a verdade para eles. “Mateus 23: 1 – 39”.

Exemplo:
O jovem rico – Marcos 10: 21. “Jesus olhou para ele e o amou”.
Não comprometa a verdade para agradar os homens. Gálatas 1: 10 – 11.
Jesus confrontou os fariseus. Mateus 15: 7 – 9.
Jesus confrontou as pessoas da Sua terra. Lucas 4: 28 – 30.
Jesus confrontou os próprios familiares. João 7: 5.
Jesus confrontou seus companheiros de trabalho. João 6: 60 – 66.
Jesus confrontou seus amigos mais chegados. João 11: 1 – 3; 6: 21 – 32.
Os líderes tramavam sua morte.
Sua própria terra o rejeitou.
Sua família achava que Ele estava fora de si.
Seus companheiros saíram ofendidos.


A Palavra só faz mal para quem pratica o mal.
Mas Ele continuava determinado, obedecendo ao Pai.
Se obedecermos a Deus por amor, não nos sentiremos ofendidos quando Ele for duro conosco.
Nós precisamos entender que o amor e o julgamento de Deus são perfeitos.
Aquele que veio trazer paz ao mundo acabou trazendo espada. Mateus 10: 34.
Ele nos ama, mas conhece as intenções dos nossos corações.

Eles viam os frutos que as orações de Jesus produziam:
Ousadia – Autoridade – Intrepidez.
Ele falava manso e as pessoas diziam: “Como Ele tem autoridade”, e por isso queriam aprender a orar.

Muitos não conhecem o poder que tem.
Moisés argumentou (sou gago).
Jeremias argumentou (sou criança).
Mas suas palavras tinham vida. João 6: 63.
A Palavra que Ele nos tem dito são Espírito e vida.

Precisamos de pregações vivas e só teremos isso, se persistirmos em oração.

Se quisermos uma vida santa precisamos orar, mas se quisermos orar temos que ter uma vida santa.

Ler é bom, mas orar é melhor. Ler sobre oração e não orar é o mesmo que ler sobre culinária e não ter os ingredientes para preparar os alimentos. Tiago 5: 17 – 18 fala de Elias. Elias alterou o curso normal da natureza, estrangulou a economia, desafiou a idolatria e desafiou o ocultismo.

“Elias orou”. A oração muda às coisas, mas Ela também muda as pessoas. Precisamos de paixão na oração.

Salmos 119: 136. Torrentes de águas nascem dos meus olhos…

O sacerdote usava uma roupa de linho para entrar no Santo dos Santos, para não suar. Na adoração não entra suor (força). Só lágrimas de paixão.

“Não é por força, mas é pelo Meu Espírito”. Salmos 126: 6. O que sai andando e chorando… Nossos olhos estão secos porque nosso coração está seco e se o que sai da nossa boca não tem vida é porque nosso coração está vazio de Deus.

 Cuidado com o sucesso!

Naquele grande dia o fogo do juízo vai provar a qualidade e não a extensão da obra que realizamos.
A que foi gerada na oração resistirá ao teste.
A oração nos trará fome por almas e a fome por almas nos levará à oração.
O crente que tem visão espiritual ora e o que ora tem visão espiritual.

Não abandone o altar para construir uma torre de ambições. Gênesis 11: 1 – 4. O altar é Divino. A torre é humana.

O Maior inimigo do homem é o sucesso que ele adquire por si próprio.

O Sucesso é um campo minado, e muitos pecados estão enterrados neste campo.

Soberba, independência, estrelismo e vanglória. Lucas 5: 15 – 16.

Altares são de pedras. Torres são de tijolos. A Igreja é feita de pessoas. “Pessoas diferentes que vivem em unidade”.

“Quando deixamos de fazer o que Deus mandou acabamos fazendo o que Ele não mandou”. Aí atraímos: Problemas, confusões, maldições e divisões. Perdemos a benção quando deixamos de ser uma benção.

Desde o dia de pentecostes até hoje, os grandes avivamentos que tem havido, nasceram da oração conjunta dos crentes, mesmo que em número pequeno. Se a oração cessar nenhum movimento continua.

O mundo não é santo, é porque a Igreja não é santa.

A Igreja teve início com aqueles homens agonizando no cenáculo.

Hoje seus líderes estão se juntando em restaurantes para fazerem planos.

Ela (igreja) começou num avivamento e está terminando em um ritual.

Começou com força viril, hoje está estéril.

Os fundadores eram indivíduos de grande fervor e nenhum título.

Nós precisamos ser guiados por Deus para orientar uma geração desorientada.

Jeremias 2 Leia com atenção todo o capítulo. Você verá o que Deus espera de nós ministros do Senhor.

Se um pregador não possui o Espírito de Deus, seu escritório não passa de um laboratório onde ele disseca doutrina e cultiva dogmas para sua vida. É preciso unção para ensinar! A verdade que conforta é a mesma que confronta.

Se nós dormirmos, Igreja, o inimigo invadirá a cidade.

Não prepare só o sermão para pregar; o pregador deve estar tão preparado quanto o sermão que ele preparou.

O sermão de Pedro no dia de pentecostes impactou, mas ele só nasceu depois de perseverança na oração.

Ele simplesmente pregou o que disse o profeta Joel: “Ele pregou a Palavra”.

Não invente, pregue a Palavra. Atos 2: 14 – 36.

Pregue mensagens de consolo sim:
Para doentes.
Para enfermos.
Para abatidos.

Mas se você vê um ladrão entrar na casa do vizinho e não avisa isto é crime.

Conclusão:

Atos 19: 15 – O inferno conhecia Paulo.

Este é o maior elogio que o inferno pode fazer a alguém. “Conheço Jesus… sei quem é Paulo”. Associar seu nome ao de Jesus.

Porque os demônios O conheciam?

  • Ele foi ao terceiro céu.
  • Os anjos O serviam.
  • Suas orações provocavam terremoto em prisões.
  • Suas orações estraçalhavam grilhões.
  • Estabelecia igrejas por onde passava.
  • Conquistou almas debaixo do nariz do imperador em Roma.
  • Sentia-se a vontade na presença de Reis, Governadores e Tetrarcas.
  • Invadiu o domínio da capital intelectual do mundo com a mensagem do Evangelho.
  • Deixava confusos os sábios.

Resumindo: Enquanto Paulo viveu, o inferno não teve paz.

E depois que morreu Sua mensagem ecoou até nossos dias, e continua sacudindo o inferno.

Este homem é bom imitar:

II Co 12:5… De um (homem) assim me gloriarei.

Paulo foi à cruz e experimentou o milagre da regeneração.

Mas depois quando foi crucificado com Cristo conheceu um milagre maior, o da identificação.

“Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim”. Gálatas 2: 20.

Não tinha ambições pessoais…

Por isso não tinha nada para zelar;

Não tinha mais reputação…

Logo não tinha que lutar para se defender;

Não possuía bens…

Portanto nada com o que se preocupar;

Não tinha direitos…

Por isso não se julgava vítima de injustiça;

Estava morto: Quem poderia matá-lo?

Era o menor dos menores: Quem poderia humilhá-lo?

É este o homem que diz: “Sede meus imitadores”.

“O que aprendestes, recebestes e ouvistes de mim e em mim vistes, isso farei… e o Deus de paz será convosco”. Filipenses 4: 9.

 Ap. Luiz Hermínio, pastor presidente da Missões Evangelísticas “Vinde Amados Meus”  (http://www.mevam.org.br/)

Motivos de Oração (em favor dos pastores e líderes de Portugal): 

  • Peça perdão pelos pecados dos pastores e líderes desta nação.
  • Ore para que todos vivam uma vida de arrependimento, quebrantamento e contrição.
  • Ore por humildade, por um coração ensinável e dependência de Deus.
  • Ore pela restauração completa do altar.
  • Ore para que Jesus seja sempre o centro de suas vidas e ministérios.
  • Ore pela cura da alma e perdão.
  • Ore para que o corpo, alma e espírito vivam em renovo diário.
  • Ore por saúde física.
  • Ore para que eles tenham um maior tempo de oração, busca e lágrimas diante do Senhor.
  • Ore por sabedoria, conhecimento, revelação e visão.
  • Ore pela quebra de toda religiosidade.
  • Ore pelo testemunho (que sejam sempre irrepreensíveis).
  • Ore por fidelidade.
  • Ore por liberalidade nas finanças.
  • Ore por provisão, sustento e prosperidade.
  • Ore por unção, intrepidez, fé, avivamento e também unidade entre os líderes.
  • Ore para que todos os líderes sejam “pais” espirituais.
  • Ore para Deus levantar muitos pastores de pastores.
  • Ore pelas famílias dos líderes, para que todos estejam guardados e rendidos diante do Senhor.
Que Deus te abençoe. Daniele Marques.
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23º Dia – Concelhos Não-Alcançados em Portugal? Sim!

18 04 2011

Ás vezes temos a impressão que em nosso país não existem regiões não-alcançadas. Eu me surpreendi ao tomar conhecimento destas estatísticas. Realmente, é algo que não conseguimos entender, o porquê de um aglomerado de Igrejas na Região de Lisboa e Sul do Tejo e tantos Concelhos SEM NENHUMA IGREJA. Eu me sinto desafiada com estes números! E você?

“Pelo poder dos sinais e prodígios, na virtude do Espírito de Deus; de maneira que desde Jerusalém, e arredores, até ao Ilírico, tenho pregado o evangelho de Jesus Cristo. E desta maneira me esforcei por anunciar o Evangelho, não onde Cristo foi nomeado, para não edificar sobre fundamento alheio; antes, como está escrito: Aqueles a quem não foi anunciado, o verão, E os que não ouviram o entenderão” (Rm 15.19-21).

Muito Bem! O texto de Romanos é bem claro e concorda com tanto em Jerusalém como na Judéia”. Aqui nós encontramos desde e até. E isto nos dá uma idéia de simultaneidade: tanto em um lugar, como no outro; porém, com preferência para o lugar onde ainda o Evangelho não foi anunciado para não se correr o risco de edificar sobre fundamento alheio. Jerusalém era o Centro Financeiro de Israel e também onde havia uma maior concentração de pessoas e foi, portanto, o ponto de partida da pregação do Evangelho. É muito bom, plantarmos uma Igreja em um lugar onde há abundância de recursos e pessoas para evangelizar. Jesus não condena isto, mas é taxativo quanto ao permanecermos concentrados na Metrópole. A Pregação obediente passa por Jerusalém e alcança os “os confins da terra”. Por este motivo, somos responsáveis em plantar Igrejas, tanto em Lisboa, como no Sul do Tejo e até os Concelhos não-alcançados.

Portugal é um grande desafio missionário! 

(Vejamos os dados apresentados pela Missão Global 2015):

1. Portugal integra a Europa pós-cristã e em muito aspectos está relacionado com a janela 10×40. Cabe salientar que a Reforma protestante nunca alcançou a Península Ibérica!

2. Portugal tem apenas 1% de cristãos evangélicos.

3. O tamanho médio das igrejas evangélicas em Portugal é de 55 membros.

4. Portugal tem 1 igreja evangélica para cada 7.313 habitantes.

5. As igrejas portuguesas necessitam ser revitalizadas, pois muitas estão a “morrer” a uma velocidade assustadora. É urgente a elaboração e implantação de um “Plano de Revitalização de Igrejas em Portugal”.

6. Portugal precisa ter 1 igreja evangélica para cada 3500 habitantes numa primeira fase (saturação nível 3). É importante lembrar que esta fase idealizada não signifca a saturação plena do país, que está relacionada a 1 igreja para cada 1000 habitantes (saturação nível 1).

7. Portugal precisa portanto de mais 1533 igrejas até 2015 nesta primeira fase (saturação nível 3).

8. Portugal tem 233 localidades consideradas prioritárias para a plantação de novas igrejas.

9. Portugal é um país não-alcançado, e possui 44 Concelhos, 21 sedes de Concelho e mais de 3000 freguesias sem a presença evangélica.
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Para termos uma igreja acessível a todos, são necessárias pelo menos 1533 novas igrejas evangélicas distribuídas por todo o país, conforma o quadro a seguir:

10. É preciso desmistificar o que é uma igreja. Alguns paradigmas impedem o avanço do Reino e deverão ser discutidos de forma ampla oportunamente.

11. É preciso desmistificar quem planta e quem dirige uma igreja. Alguns paradigmas impedem o avanço do Reino e deverão ser discutidos de forma ampla oportunamente.

12. É preciso formar plantadores de igrejas a partir das igrejas locais (sacerdócio universal – díscípulos que fazem discípulos que fazem discípulos.)

13. Continua a ser necessária e fundamental a entrada de missionários estrangeiros em Portugal devidamente orientados para ajudar a igreja portuguesa a alcançar Portugal e a desenvolver uma visão e uma acção missionária mais efectiva até os confins da Terra.

2. Para além da classificação dos distritos do ítem 1 acima, foram também identificadas 233 localidades estratégicas para a plantação de novas igrejas em Portugal. Os critérios utilizados foram:

a. 44 concelhos não-alcançados

b. 21 sedes de concelhos sem igreja (há contudo pelo menos uma igreja no concelho)

c. 168 localidades sem igrejas e que possuem escolas do 3º ciclo.

Na tabela abaixo estão todos os concelhos não alcançados (44) ordenados pela sua densidade demográfica.

Concelho

Distrito

População

Câmara de Lobos

Ilha da Madeira

34818

Baião

Porto

21370

Celorico de Basto

Braga

20044

Valpaços

Vila Real

19154

Vieira do Minho

Braga

14395

Ansião

Leiria

13666

Sátão

Viseu

13419

Montalegre

Vila Real

12150

Vouzela

Viseu

11807

Vila Franca do Campo

Ilha de São Miguel

11039

Carregal do Sal

Viseu

10555

Penalva do Castelo

Viseu

8768

Stª Marta de Penaguião

Vila Real

8400

Tarouca

Viseu

8303

Ponta do Sol

Ilha da Madeira

8189

Alvaiázere

Leiria

8016

Vila Flor

Bragança

7688

Almeida

Guarda

7592

Armamar

Viseu

7318

Ribeira de Pena

Vila Real

7251

Sabrosa

Vila Real

6879

Povoação

Ilha de São Miguel

6696

Murça

Vila Real

6548

Tabuaço

Viseu

6501

Vila Nova de Paiva

Viseu

6319

Madalena

Ilha do Pico

6132

São Vicente

Ilha da Madeira

6063

Ourique

Beja

5764

Golegã

Santarém

5621

Sousel

Portalegre

5504

Fornos de Algodres

Guarda

5398

Nordeste

Ilha de São Miguel

5254

Mesão Frio

Vila Real

4652

Manteigas

Guarda

3835

Vila Velha de Ródão

Castelo Branco

3708

São Roque do Pico

Ilha do Pico

3662

Mourão

Évora

3359

Monforte

Portalegre

3209

Vila de Rei

Castelo Branco

3201

Porto Moniz

Ilha da Madeira

2762

Alvito

Beja

2709

Barrancos

Beja

1806

Lajes das Flores

Ilha das Flores

1491

Corvo

Ilha do Corvo

461

Para visualizar estas localidades estratégicas clique aqui e procure o link “localidades sem igreja”.

3. TOP 10

Veja os 10 Distritos mais necessitados em termos de plantação de novas igrejas bem como as suas localidades estratégicas agrupadas em blocos prioritários (para ver clique aqui):

Para saber as necessidades de plantação de igrejas nos demais distritos de Portugal para além dos TOP 10, para ver clique aqui.

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Os sites de onde eu tirei estas informações:
http://missaoglobal2015.com/about/ e http://www.congresso.vibis.com/

Peço a todos os líderes de Portugal, que leiam as informações destes sites. Entrem em contacto e se possível, adoptem um Concelho não-alcançado. Participem deste Desafio: Uma Igreja em cada Concelho não-alcançado até 2015.  Invistam neste Projecto do Reino. Podemos e devemos fazer algo!

Motivos de Oração:

  • Ore pela salvação de cada Concelho não-alcançado. Imprima as informações. Cole em seu mural de Oração e ore muito, e todos os dias por aqueles que, mesmo sendo nossos vizinhos, ainda não conhecem a Jesus.
  • Ore por uma estratégia nacional de plantação de igrejas.
  • Ore por um movimento de despertamento de famílias com filhos recém-nascidos ou em idade escolar que se disponham a mudar a sua residência para os concelhos e freguesias não alcançados em Portugal, e aí vivam a sua fé de forma relevante e com bom testemunho.
  • Ore por missionários que apoiem essas famílias e as pastoreiem.
  • Ore pelos vários seminários teológicos em Portugal para que invistam em cursos de plantação de igrejas.
  • Ore pelas igrejas para que invistam no despertamento de vocações direccionadas para a plantação de igrejas.
  • Ore pelo projecto da AEP Missão Global 2015, e para que a adopção de povos não alcançados por igrejas portuguesas sejam, definitivamente, implantadas e consolidadas em Portugal.


Que Deus os abençoe! Daniele Marques.







20º Dia de Oração – Desertificação, uma consequência da Emigração das Áreas Rurais!

15 04 2011

Quero começar este artigo, fazendo uma diferença entre os termos Imigração e Emigração. Imigração é o movimento de entrada, com ânimo permanente ou temporário e com a intenção de trabalho e/ou residência, de pessoas ou populações, de um país para outro. Ex: um brasileiro que venha morar em Portugal. Já emigração é o ato e o fenômeno espontâneo de deixar seu local de residência para se estabelecer numa outra região ou nação em busca de trabalho ou residência. Ex: um português do interior que sai de Portugal para morar em Lisboa, ou em algum outro país.

Até há poucos anos atrás Portugal era um país essencialmente rural, poder-se-ia dizer que não haviam pessoas nascidas no “asfalto”, as pessoas nasciam na província e só depois debandavam para as grandes cidades do litoral. A relação com a ruralidade e com tudo o que tinha a ver com a terra era por demais evidente. Nos anos 60 e 70 não havia agregado familiar que migrasse para os arredores das grandes cidades que não arranjasse maneira de ter a sua horta e os seus animais domésticos, normalmente galinhas, coelhos, patos… nas hortas cultivava-se batatas, cebolas, couves, feijão verde, tomate, etc.

 Com o aumento da globalização e da modernidade; também, devido à falta de empregos, muitos portugueses precisaram emigrar para outros países ou até mesmo para Lisboa, em busca de trabalho e meio de vida melhores. E grande parte da população das aldeias e das regiões rurais de Portugal, principalmente do Norte, abandonaram seus locais de origem, para migrarem para o litoral ou para lugares com mais oportunidades de trabalho.

 Hoje já quase ninguém quer “perder tempo” a tratar da horta ou dos animais. O consumismo leva a que as pessoas comprem tudo nos hipermercados e há muitas crianças das cidades que nunca viram uma galinha ao vivo ou a rama de uma cenoura… Estes factores contribuem para um desenraizamento, para uma falta de identidade, para uma frustração e uma desmotivação das pessoas. Infelizmente, isto tem implicações negativas para muitas famílias: deixam de existir os laços fundamentais de coesão social, cultural e familiar.

Outro problema é a desertificação do interior, que perde sua população jovem, que sai em busca de novas oportunidades, deixando seus pais, já idosos, a cuidar dos campos. Ao chegar a idade, não podem mais trabalhar como antes, e consequentemente, os campos perdem a produtividade. E sem produtividade, vão ficando cada vez mais áridos, até se tornarem completamente desertos e inférteis. O interior do país sofre com tudo isto: os campos ficam ao abandono, as florestas (e os incêndios) entram pelas aldeias porque ninguém as detém (as hortas deram lugar a florestas desordenadas), muitas casas começam a ficar degradadas porque as pessoas que lá vivem envelheceram e não têm possibilidades de fazer a manutenção necessária, as populações envelhecem a ritmo acelerado e deixa de haver interacção entre gerações mais novas e mais velhas.

 Para entender mais sobre este assunto: assista os vídeos:

“a terra está de luto, e todo que mora nela desfalece…” Oséias 4: 3

A palavra “Desertificação” é a degradação do solo, cuja qualidade e quantidade é determinante para o desenvolvimento de plantas, colheitas, florestas, animais, bem como o estabelecimento das comunidades humanas, que é consequencia da emigração das populações rurais, para os centros urbanos ou para países desenvolvidos, que deixam a terra sem capacidade de produzir.

Portugal é um dos países da bacia do Mediterrâneo onde a desertificação é particularmente sentida, com cerca de 60% do seu território susceptível à desertificação e à seca. As características mediterrâneas do clima associado à geologia, são factores que contribuem para que no território português se encontrem zonas classificadas de semi-áridas e sub-húmidas secas.

As políticas de ordenamento do território desajustadas, como a campanha do trigo nos anos 30 ou a plantação de monoculturas de eucalipto durante os anos 80 do século passado, os incêndios florestais que grassam ao longo do Verão, o regime hídrico torrencial que caracteriza o clima mediterrânico, a ocupação urbana e industrial dos melhores solos agrícolas, são tudo factores que têm contribuído para a degradação e erosão do solo pobre e frágil que Portugal possui. Este é um fenómeno, que sendo complexo, urge ser travado. É a nossa subsistência que está em jogo, pois a diminuição da capacidade agrícola dos nossos solos, bem como o abandono dos meios rurais, terá como consequência a nossa futura dependência de terceiros para alimentarmos a nossa população.

 No Velho Testamento Deus através do profeta Oséias refere a reacção da criação perante aquilo que observa no relacionamento existente entre o povo de Israel (Os 4:1-3). O profeta Isaías, contemporâneo de Oséias, declara que “são os seus moradores” os responsáveis pela degradação da terra (Is. 24:5-6). Mais tarde, o profeta Jeremias lamenta-se perante o estado deplorável em que a terra se encontra (Jer. 12: 4). São alguns exemplos que encontramos nas Sagradas Escrituras que mostram o desagrado de Deus pela forma como é tratada a sua Criação, onde o Ser Humano é o expoente máximo.

Felizmente, a obra redentora de Cristo Jesus dá-nos esperança genuína sobre o nosso futuro e sobre o futuro da Criação (Jo. 3:16; Cl. 1:17-20; Rm. 8:19-22). Nesse sentido, enquanto adoradores do Criador temos de reflectir sobre a nossa relação uns com os outros e com a própria criação à luz da Bíblia. Isso implica avaliar o nosso estilo de vida e os sistemas sociais económicos onde estamos inseridos e procurar a vontade de Deus.

Neste sentido, creio que desertificação não se refere apenas a tudo o que foi exposto acima. Ao nosso lado, o nosso próximo poderá estar a ser perturbado pela “desertificação espiritual” sendo a nossa responsabilidade apresentar Aquele que afirmou “…aquele, porém, que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede;…” (Jo.4: 14). Filipe Bally Jorge, Biólogo.

(Fontes: matéria de José Alex Gandum (Jornalista), textos da Jocum, vídeo site do pr. Denner)

Motivos de Oração:

  • Pela salvação dos portugueses que estão a envelhecer nas aldeias, muitas delas, sem nenhuma igreja evangélica.
  • Por envio de pastores missionários para estas regiões não-alcançadas de Portugal.
  • Pela preservação da biodiversidade, criação de Deus, presente em Portugal.
  • Pelas autoridades locais, nas decisões que tomam, relativas à ocupação do solo.
  • Pelas famílias que perdem tudo devido a catástrofes naturais, incêncios, etc, efeitos da desertificação.
  • Por uma maior consciência ambiental e cívica dos portugueses.
  • Por medidas do governo de re-população dos lugares abandonados.
Que Deus te abençoe! Daniele Marques.






18º Dia – Oremos pelas Polícias GNR e PSP!

13 04 2011


O suicídio é a principal causa de morte não natural entre os agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP e GNR), revela um estudo hoje divulgado em Peniche durante um seminário dos Serviços Sociais desta força de segurança.

“A principal causa de morte na Polícia entre 2006 e 2009 são os suicídios, que têm aumentado infelizmente, ocorrendo principalmente quando os agentes se encontram no ativo”, revelou a subcomissária Sílvia Caçador.

Falta de acompanhamento psicoafetivo

Segundo a autora do estudo, o problema pode estar relacionado “com uma falta de acompanhamento psicoafetivo e com as dificuldades em lidar com os problemas diários da profissão”.

Os suicídios ocorrem durante a vida ativa dos polícias, enquanto os acidentes de transporte, apontados como outra das principais causas de morte não naturais, acontecem já durante a aposentação.

As doenças do aparelho respiratório, provocados pela poluição atmosférica a que os polícias estão sujeitos quando fazem patrulhamento das ruas e pelo consumo de tabaco enquanto forma de escape para os problemas da profissão, são uma das principais causas de morte natural, seguindo-se as doenças do aparelho circulatório, tumores e perturbações mentais.

O estudo revela ainda que as maiores taxas de mortalidade ocorrem entre os 20 e os 24 anos de idade, devido “à inexperiência dos polícias em lidar com os problemas diários da profissão”, ou entre os 50 e os 54 anos.

“A partir dos 50-55 anos verificamos que há um acumular de anos de cansaço e de dedicação a uma profissão difícil, havendo mais óbitos neste grupo de idades”, já em situação de aposentação, justificou.

Clique no link para ver a reportagem:

http://videos.sapo.pt/nLNeRG3GYvz3K91YJ7zw

Recentemente temos sido confrontados com este problema no seio das forças policiais, nomeadamente na PSP (Polícia de Segurança Pública),  e GNR (Guarda Nacional Republicana.

Em Portugal, ao contrário do Brasil por exemplo, onde este problema é um verdadeiro flagelo e onde os nossos irmãos militares evangélicos estão procurando dar apoio nesta área, eram raros estes casos. Por isso, podemos questionar-nos! Porquê este problema? A sociedade aparentemente tem melhores condições sociais, as forças policiais estão melhor equipadas, os soldos (vencimentos) não sendo os desejáveis, são aceitáveis tendo em conta a condição do país. Contudo, surgem aqui e ali casos de desespero, descontrolados, que não encontrando solução para o seu problema de alma, põem termo à vida física.

Como militares e polícias cristãos evangélicos, sabemos muito bem identificar onde está a origem do problema e que urge ser atacado.  A Bíblia é bem clara mostrando que a influência de Satanás no mundo se manifesta nas pessoas. Esta influência na alma que João 10:10 refere como: Roubar, Matar, Destruir e se materializa através da desmotivação do individuo-o, desagregação da família, descrédito nas instituições e na sociedade, levando por fim ao suicídio; só pode ser contrariada através  duma paz interior, que unicamente podemos encontrar crendo e aceitando Jesus como nosso Salvador.

Quem tem Jesus tem a vida!” Diz o mesmo versículo. “Mas Jesus veio dar-nos vida e vida com abundância” Portanto, não comete este erro ou atentado contra o seu próprio corpo. A vida é um dom de Deus que só a Ele pertence! Nenhum de nós enquanto cidadão militar, polícia ou civil tem o direito de atentar contra ela. Por isso é urgente que a mensagem de Cristo penetre nos corações de todo o homem ou mulher que serve nas forças militares e policiais, para que sejam libertos desta influência satânica e sirvam a Deus e a nação portuguesa com esperança e alegria.

Irmãos, oremos por esta preocupação e que o Senhor nos ajude! Militares, polícias e civis a trabalhar-mos na evangelização dos nossos companheiros e assim contribuir-mos para a ausência deste problema na forças militares e policiais. Os Militares Evangélicos de Portugal – Estão ao dispor das instituições militares e policiais, para que com a “mensagem da cruz” se ganhe esta batalha.

Samuel Cóias
O Presidente da Direcção  MEP – TCOR/PILAV(R)

Motivos de Oração:

  • Que Deus possa dar consolo e conforto aos órfãos e viúvas de militares que suicidaram.
  • Por libertação e salvação de militares e familiares.
  • Por abertura de novos pontos de pregação e testemunho nas Esquadras Policiais espalhadas por nosso país.
  • Por protecção na vida dos militares evangélicos.
  • Pelos lares de militares que estão afectados pela violência doméstica.
  • Que a igreja evangélica portuguesa possa ser usada por Deus para trazer respostas efectivas nesta matéria.
  • Por um avivamento entre os militares do nosso país.

Que Deus te abençoe! Daniele Marques.






17º Oremos pelos Presos de Portugal!

12 04 2011

“Lembrai-vos dos presos, como se estivésseis presos com eles, …” (Hb 13:3)

Como cristãos é a nossa “obrigação” de levar o Evangelho de salvação a toda a criatura (I Cor 9:16), para que tenham a oportunidade de desfrutarem a verdadeira liberdade espiritual na pessoa de Jesus Cristo.

Como Igreja estamos a viver tempos complicados em que muitos dos lideres, pastores, evangelistas têm esquecido das pessoas que se encontram nas prisões e alguns acham de não valer a pena o investimento nos trabalhos prisionais, pois, os frutos são pouco visíveis e não encaixam nas estruturas da igreja. Não podemos esquecer que o nosso Deus não tem prazer na morte dos ímpios, por essa razão devemos esforçar no propósito de alcançar pessoas em todo o lugar, nas igrejas, nas escolas, nos empregos, nas ruas, nos bairros, nos hospitais, nas prisões, etc.

É verdade que aqueles que nunca estiveram presos não poderão entender o que significa estar preso fisicamente. Mas, também creio por experiência própria, aquele que leva a preciosa Palavra de Deus aos que estão vivendo longe de Deus, da família, dos amigos, têm a oportunidade de ver nos reclusos e de testemunhar a verdadeira liberdade espiritual que nunca tinham experimentado nas suas vidas. Tenho visto coisas grandes a acontecer nas prisões na vida de muitos dos reclusos, desde da fome da Palavra de Deus, a grupos de oração entre eles, ao louvor que sobe até aos céus, a curas e libertação das fortalezas do diabo, a famílias interessadas no Evangelho de Jesus. Certamente teria muito que escrever o que o nosso grande Deus tem operado milagres tremendos nas pessoas que se encontram presas fisicamente, mas verdadeiramente livres espiritualmente para tornar-se servo de Deus e da justiça (Rm 6:18-22).

Numa revista secular um psicólogo que trabalha há muitos anos nas prisões dizia: “Estão a chegar às prisões criminosos muito mais jovens, mais violentos e com psicopatias, sinal da falha da prevenção da criminalidade”. Esta notícia preocupa-me em diversos sentidos, mas, nós como parte da Igreja de Deus, somos chamados para ser o sal da terra e a luz do mundo (Mt 5:13-16). É o papel da Igreja como representante de Deus, de orarmos, levantar-mos e trabalhar-mos para mudar-mos o ambiente prisional, nas prisões do nosso país contando com o poder de Cristo, na transformação das vidas dos reclusos, até dos guardas e todo o pessoal dos serviços prisionais. Nada é impossível para Deus, e tudo é possível ao que crê!

É o nosso alvo levar o Evangelho de Cristo a toda a criatura (Mc 16:15), assim não esquecermos dos presos e sentirmos como se estivésseis presos com eles e despertar o recluso para a vida comunitária, pessoal, familiar, espiritual, sendo este o fruto de uma verdadeira reabilitação e reinserção na vida. Oremos agradecendo em primeiro lugar a Deus por tudo aquilo que está acontecendo nas prisões, e por todos aqueles que tem trabalhado neste ministério prisional em prol de muitas vidas. Pastor GRACINDO FRANCO (Igreja da Assembleia de Deus – Buraca, Lisboa).


SITUAÇÃO DOS PRESOS EM PORTUGAL:

A Direcção Geral dos Serviços Prisionais revelou este sábado que Portugal é um dos países europeus com maior número de presos por 100 mil habitantes, escreve a Lusa. Uma nota da DGSP refere que mesmo após a aplicação da reforma penal, Portugal situa-se entre os países da Europa com maior taxa de encarceramento, ou seja, número de reclusos por 100 mil habitantes.

Este esclarecimento segue-se à divulgação, na sexta-feira, de um estudo do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP), que estabelece uma ligação de causa-efeito entre as reformas penais de 2007, a redução do número de presos e o aumento da criminalidade violenta em Portugal.

Aquele documento, da autoria do procurador Rui Cardoso, membro da direcção do SMMP, demonstra também que Portugal é dos países europeus como menos presos preventivos e que esse número tem vindo a baixar.

A DGSP salienta que, ao contrário do que se afirma, Portugal tem uma taxa de encarceramento (104 por 100.000 habitantes) superior à maior parte dos países europeus» e avança os exemplos de França e Alemanha, onde a taxa é de 91, de Itália, com 83, Irlanda, com 76, Grécia com 99, Bélgica, com 94 ou Dinamarca com 66. (http://aeiou.visao.pt/ha-mais-de-dois-mil-portugueses-presos-no-estrangeiro=f566104)

Cerca de 20 por cento dos reclusos em Portugal são estrangeiros, a maioria oriundos de Cabo Verde, Brasil e Guiné-Bissau, segundo dados da Direção Geral dos Serviços Prisionais (DGSP). Segundo as estatísticas da DGSP, referentes ao segundo trimestre de 2010, estão detidos nos estabelecimentos prisionais portugueses 2351 cidadãos estrangeiros, representando 20,4 por cento da população prisional.

A maioria dos reclusos estrangeiros são oriundos de Cabo Verde (727), seguindo-se Brasil (298), Guiné-Bissau (229), Angola (192) e Roménia (118).

A quase totalidade dos reclusos estrangeiros são homens (2168) com mais de 21 anos. Apenas 183 são mulheres a cumprir penas em Portugal.

As estatísticas da DGSP mostram também que a maioria dos presos estrangeiros está a cumprir uma pena de três a seis anos.

Segundo o organismo, um terço dos reclusos estrangeiros está em prisão preventiva. O número de cidadãos estrangeiros nas prisões portugueses não tem sofrido grandes alterações nos últimos anos, mostrando os dados que têm rondado os dois mil.

Segundo a Direção Geral dos Serviços Prisionais, o total de reclusos em Portugal é de 11 535 (9.184 portugueses e 2.351 estrangeiros), dos quais 10 923 são homens e 612 são mulheres. Em relação aos últimos quatro anos, foi em 2006 que os estabelecimentos prisionais albergaram o maior número de presos, 12 636. A partir dessa data, tem-se mantido na casa dos 11 mil a população prisional. (http://www.inverbis.net/opc/20-porcento-reclusos-estrangeiros.html)

No entanto, segundo o estudo, “existem factos em comum entre determinadas nacionalidades e determinadas condenações”, como é o caso de crimes como o auxílio à imigração ilegal, o tráfico de seres humanos, a angariação de mão-de-obra ilegal, o lenocínio, a extorsão e a falsificação de documentos. (Diário de Notícias)

Tendo em conta que a população prisional actual é composta por 11 688 reclusos, anualmente e em média, o gasto estatal com os presos é superior a 170 milhões de euros (170 644 000 euros).

Portugueses presos no exterior:


Motivos de Oração:

  • Ore pela salvação dos presos em Portugal (portugueses e imigrantes) e pela salvação dos presos portugueses (presos no exterior).
  • Agradecer a Deus pela salvação de muitos dos reclusos em Portugal e em todo o mundo.
  • Agradecer a Deus pelos familiares dos reclusos que também têm encontrado Jesus e pelo poder restaurador operado neles, curando e restaurando suas vidas.
  • Agradecer a Deus pelas Igrejas, o Desafio Jovem e outras instituições que têm contribuído para o trabalho das prisões.
  • Pela Direcção Geral Prisional e os responsáveis pelas prisões
  • Por todas as prisões que abrem a porta para a proclamação do Evangelho de Cristo.
  • Pelas pessoas que trabalham neste ministério prisional.
  • Pelas igrejas em todo o país, para serem o sal da terra e a luz do mundo, levando as Boas Novas de Salvação, quer orando, visitando, distribuindo Bíblias e literatura cristã.
  • Pelos reclusos novos convertidos, por crescimento espiritual e acompanhamento de discipulado.
  • Por grupos de oração entre os reclusos.
  • Por um grande avivamento dentro das prisões.

Que Deus te abençoe! Daniele Marques.

 

 






16º Dia: Oremos por Cura, em uma nação com tantos doentes!

11 04 2011

Sim, saúde é uma necessidade urgente!
Quero hoje, apresentar-vos como motivo de nossa oração, o quadro das principais doenças, causadoras de morte, em Portugal. Mas antes, gostaria que lessem o que escreveu o D. Eduardo Lessa, acerca do Ministério de Jesus:

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Jesus curou

“Vejo Jesus como médico, sobretudo, porque ele passou a maior parte dos três anos e meio de seu ministério curando. “Mas as multidões, ao saberem, seguiram-no. Acolhendo-as, falava-lhes a respeito do reino de Deus e socorria os que tinham necessidade de cura.”Lucas 9:11. É justamente no evangelho do médico Lucas que encontramos a maioria de seus milagres. Era muito comum naquela época as pessoas associarem uma doença ou a desgraça a algum pecado cometido, mesmo que não tivesse relação com consequências naturais de escolhas erradas, como se fosse uma punição divina e portanto essas pessoas eram marginalizadas e sofriam preconceito. Ao contrário da maioria, Cristo se aproximava delas.

As curas realizadas por Jesus tinham um significado muito mais amplo do que uma simples recuperação da saúde física e por isso frequentemente vemos Jesus falando sobre questões de salvação, fé e Deus antes, durante e após seus milagres. “Então, Jesus lhe disse: Recupera a tua vista; a tua fé te salvou.”Lucas 18:42. Na verdade a própria palavra salvação no contexto bíblico é aplicada como sinônimo de cura. Isso se reflete tanto no grego quanto no hebraico, os idiomas originais em que a Bíblia foi escrita.

A palavra salvação, tem sua origem no grego soteria”, que também transmite a ideia de cura, redenção, remédio e resgate, além de libertação; no latim segue-se o mesmo princípio: salvare”, que significa salvar, tem a mesma raiz de salus”, que significa ajuda ou saúde .

Existem vários textos que sugerem essa noção ampliada sobre salvação/cura. “Jesus, porém, ouvindo isso, disse-lhes: Não necessitam de médico os sãos, mas sim os enfermos; eu não vim chamar justos, mas pecadores.”Marcos 2:17. Jesus disse essa frase para um grupo de fariseus que se consideravam justos, mas a Bíblia e Jesus deixam claro que não há um justo sequer, todos são pecadores e estão separados de Deus. “Ele é quem perdoa todas as tuas iniquidades; quem sara todas as tuas enfermidades.”Salmos 103:3.

Há uma firme conexão entre salvação e cura, assim como entre pecado e doença, demonstrando que a obra de Deus, através do Filho é resgatar e curar a nós, os enfermos do pecado. Essa condição que adquirimos por herança desde o Éden, de viver separados de Deus, num estado de rebelião, por nossa própria escolha. Uma vez que nos desconectamos da fonte da vida, por desconfiança e medo, começamos a padecer rumo à morte, ao menos que essa doença seja extirpada.

Esse tema é parte fundamental do Evangelho e não à toa, o verbo sozo ou sozer”, salvar (curar) em grego, aparece mais de 100 vezes no Novo Testamento. O próprio significado do nome de Cristo resume toda a sua obra de salvar, curar revelando quem é Deus. Jesus, vem do latim Iesus”, que vem do grego Iesous”, que vem do aramaico Yeshua ou Yahshua”, originalmente vindo do hebraico “Yehoshua ou Yaohushua” (traduzido em português para Josué, tipo de Jesus, que conduziu o povo para entrar na terra prometida). Yaohushua” significa Deus salva, “Yaohuh” (Yod Hê Vav Hê, nome hebraico original do Criador Pai) + “shua” (salva).

Resumindo, Jesus veio para mostrar que o Pai só tem um interesse: nos salvar (curar). Revelando o verdadeiro caráter do Pai, que é baseado no amor, o Filho nos atrai para Ele restabelecendo a relação de confiança, proporcionando a cura da doença chamada pecado, que em essência nada mais é do que a nossa separação do Criador. “Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles.”Mateus 1:21.“E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (Atos 4:12).

Para mim, são muito elucidativos os seguintes textos interligados: “Tendo Jesus chegado à casa de Pedro, viu a sogra deste acamada e ardendo em febre. Mas Jesus tomou-a pela mão, e a febre a deixou. Ela se levantou e passou a servi-lo. Chegada a tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados; e ele meramente com a palavra expeliu os espíritos e curou todos os que estavam doentes; para que se cumprisse o que fora dito por intermédio do profeta Isaías: Ele mesmo tomou sobre si as nossas enfermidades e carregou as nossas doenças.”Mateus 8:14-17 “Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.”Isaías 53:4,5. “Ele mesmo levou em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, a fim de que morrêssemos para os pecados e vivêssemos para a justiça; por suas feridas vocês foram curados. Pois vocês eram como ovelhas desgarradas, mas agora se converteram ao Pastor e Bispo de suas almas.”I Pedro 2:24,25.

O homem que vivia desgarrado, desconfiando de que Deus não é o que diz ser, vivendo uma sobrevida de doença, independente, escravo do próprio eu, ao olhar para cruz tem sua visão regenerada, tal como Paulo após o caminho de Damasco, tem a sua vida transformada, tal como Pedro e João após a ressurreição de Cristo. O que Deus propõe não é só uma salvação futura ou só uma cura física ou simplesmente o perdão, mas sim uma cura da doença do pecado, uma transformação completa da alma, da forma de pensar, de enxergar a Deus, para que o homem possa mais uma vez viver em unidade com o Pai, conectado com a fonte da vida, sem medo, num relacionamento de plena confiança, espelhando Seu caráter em plenitude de vida, hoje.

“Em verdade, em verdade vos digo: o que não entra pela porta no aprisco das ovelhas, mas sobe por outra parte, esse é ladrão e salteador. Aquele, porém, que entra pela porta, esse é o pastor das ovelhas. Para este o porteiro abre, as ovelhas ouvem a sua voz, ele chama pelo nome as suas próprias ovelhas e as conduz para fora. Depois de fazer sair todas as que lhe pertencem, vai adiante delas, e elas o seguem, porque lhe reconhecem a voz; mas de modo nenhum seguirão o estranho; antes, fugirão dele, porque não conhecem a voz dos estranhos. Jesus lhes propôs esta parábola, mas eles não compreenderam o sentido daquilo que lhes falava. Jesus, pois, lhes afirmou de novo: Em verdade, em verdade vos digo: eu sou a porta das ovelhas. Todos quantos vieram antes de mim são ladrões e salteadores; mas as ovelhas não lhes deram ouvido. Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem. O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas.”João 10:4:11.”

(Dr. Eduardo Lessa, Médico)

Quadro de Portugal:

De acordo com dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e relativos a 2008, as doenças do aparelho circulatório continuam a ser principal causa de morte em Portugal.

As DOENÇAS DO APARELHO CIRCULATÓRIO estão no topo da lista, no ano passado provocaram a morte a mais de 33 600 pessoas, na sua maioria mulheres. Valor que dá uma média de 92 óbitos por dia.

Seguem-se os TUMORES MALIGNOS na lista de doenças mais mortais. Em 2008 foram quase 25 mil aqueles que perderam a vida devido ao cancro, tendo sido os homens as principais vítimas. Este número é de 1/4 a 1/5 a taxa da mortalidade global. O índices de mortalidade, ao contrário do que sucede na maioria dos países da UE  continua a aumentar em Portugal, o que nos torna no país da Europa dos Quinze em pior situação neste aspecto. O aumento da mortalidade por cancro em Portugal, em relação ao que se passa na UE, reflecte a fragilidade das políticas de prevenção, a escassa ênfase no diagnóstico precoce, alguns problemas no acesso aos sistemas de saúde, a desigualdade na qualidade da terapêutica e o deficiente apoio ao doente, após o tratamento, em muitas áreas do país.

Em terceiro lugar surgem as DOENÇAS DO APARELHO RESPIRATÓRIO que provocaram mais de 11 500 mortes, na sua maioria indivíduos do sexo masculino.

Em quarto lugar estão as DOENÇAS DO APARELHO DIGESTIVO com quase 11 600 óbitos e logo a seguir os acidentes, envenenamentos e o que o Instituto Nacional de Estatística classifica como violências, que em 2008 foram as responsáveis por 4500 mortes, sendo quase dois terços do sexo masculino.

Por fim surge a DIABETES, mais fatal nas mulheres. No ano passado perderam a vida 4267 pessoas devido a esta doença.

Entre as outras causas de morte, o INE divulga que ocorreram 790 óbitos pelo vírus da SIDA (AIDS) e 776 MORTES NA ESTRADA.

Também 1035 pessoas faleceram na sequência de lesões auto provocadas intencionalmente (SUICÌDIO), o que dá mais de 3 casos por dia. Há países europeus com taxas bastante mais elevadas, como é o caso, por exemplo, dos países de Leste ou a Alemanha. No Sul da Europa, Portugal surge nos países com mais alta taxa, em grande parte devido ao elevado número de suicídios de idosos, a sul do Tejo. Os homens suicidam-se mais do que as mulheres e se o género feminino opta por intoxicação medicamentosa, o masculino parece preferir métodos mais violentos como o enforcamento, as armas de fogo ou, sobretudo nas zonas rurais, o envenenamento com pesticidas. Mas será na adolescência que se registam mais tentativas de suicídio.

De acordo com o Instituto Nacional de Estatística em 2008 morreram em Portugal Continental 104 768 pessoas, mais de 97 mil tinham 50 anos ou mais.

Já com os índices de 2009, temos uma tabela das principais taxas de mortalidade dos últimos 10 anos:
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Doenças do aparelho circulatório Tumores Diabetes Lesões e envenena
mentos
Doenças do aparelho respiratório Doenças do aparelho digestivo Doenças
nfecciosas parasitárias
SIDA Suicídio Tubercu
lose
2000 40.804 21.421 3.133 4.675 10.254 4.123 1.026 945 519 337
2001 40.557 21.908 3.956 5.035 8.960 4.448 688 1018 754 343
2002 40.846 22.234 4.443 5.621 9.233 4.559 691 995 1.199 345
2003 40.893 22.677 4.546 5.546 9.536 4.599 1.038 971 1.147 349
2004 36.983 22.283 4.482 5.372 8.665 4.638 832 900 1.195 304
2005 36.570 22.682 4.569 4.481 11.288 4.625 1.075 873 910 285
2006 32.872 22.168 3.729 4.540 11.496 4.291 1.586 714 868 224
2007 34.103 23.380 4.392 4.402 10.949 4.537 1.412 786 1.014 257
2008 33.642 23.944 4.267 4.499 11.555 4.561 1.685 708 1.035 233
2009 33.314 24.277 4.603 4.409 12.170 4.607 1.701 657 1.014 249
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Além disso, ainda registam-se 5 vítimas por mês, em casos de VIOLÊNCIA DOMÉSTICA e 63.000 ABORTOS foram realizados em 4 anos (desde a sua legalização).

Estas são apenas as doenças seguidas de mortes, porque precisar o número EXATO de doentes vivos existentes em Portugal é enorme e quase impossível de contabilizar. E Portugal é um país pequeno.

MAIOR ÍNDICE DE PROBLEMAS MENTAIS DA EUROPA (23% DA POPULAÇÃO)

Os números apanharam de “surpresa” o próprio coordenador nacional para a saúde mental, Caldas de AlmeidaPortugal é o país da Europa com a maior prevalência de doenças mentais na população e aproxima-se perigosamente do campeão mundial Estados Unidos. No último ano, um em cada cinco portugueses sofreu de uma doença psiquiátrica (23%) e quase metade (43%) já teve uma destas perturbações durante a vida. Para um grande mal, poucos remédios: 67% dos doentes graves estão sozinhos com o seu problema e nunca tiveram qualquer tratamento. As conclusões são do primeiro estudo nacional sobre saúde mental, liderado por Caldas de Almeida, da Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa. (…) ” Esta ausência de acompanhamento terapêutico contrasta com o elevado consumo de anti-depressivos e ansiolíticos.

As perturbações mais comuns são as da ansiedade, com 16,5%, que em 3,2% dos casos assume proporções graves. “As pessoas costumam pensar que a depressão é que é grave, mas esquecem-se da ansiedade. Muitas vezes tem consequências também de grande gravidade”, refere o coordenador do estudo. Neste conjunto, o mais comum são as fobias a situações específicas, com 8,6%, seguidas da perturbação obsessivo-compulsiva (4,4%). As depressões atingem 8% do total e, dentro destas, os bipolares representam 1%. Para uma segunda fase ficam as doenças psicóticas, como as esquizofrenias. Por terem uma dimensão menor, os casos não foram apanhados neste levantamento. Nas perturbações do controlo dos impulsos, 1,8% dos doentes têm explosões interminentes. O comportamento irado de alguns portugueses ao volante é o exemplo para a manifestação desta perturbação. Caldas de Almeida sublinha ainda que a hiperactividade/défice de atenção, normalmente associada às crianças, tem também expressão nos adultos: representa 0,4% das perturbações do controlo dos impulsos.

A diferença entre Portugal e os restantes estados europeus é abissal. Aos 23% de prevalência nacional, Espanha contrapõe 9,2%,Itália 8,2% e a Bélgica 12%. Próximo do diagnóstico português apenas está a Ucrânia, com 20,5%. “É um padrão atípico”, admite Caldas de Almeida. No caso das doenças graves, Portugal supera os 6%, enquanto que os outros países do Sul se ficam por 1%. (Extraído do site: http://www.ionline.pt/conteudo/52456-portugal-e-o-pais-da-europa-com-mais-doentes-mentais).

Motivos de Oração:

  • Ore para que haja uma grande atmosfera de arrependimento sobre Portugal e uma grande fome por Deus e por Sua Palavra e seguido a isto, muitas curas e salvação.
  • Ore por saúde em todas as áreas:   espiritual, física e psicológica.
  • Ore para que a Igreja se posicione em estabelecer o Ministério de cura, que era parte essencial do Ministério de Jesus.
  • Ore para que o Senhor capacite os profissionais de saúde cristãos a conservarem a sua fé, mantendo a integridade, honestidade e espírito de serviço, face às enormes pressões que têm de enfrentar nos seus locais de trabalho.
  • Ore para que a Associação Cristã Evangélica de Profissionais de Saúde (ACEPS-Portugal) e os seus membros, influenciem positivamente a sociedade portuguesa, em defesa da vida e dos valores morais encontrados nas Escrituras.

Que Deus te abençoe! Daniele Marques.






15º Dia: Oremos pelos Toxicodependentes de Portugal!

10 04 2011

O uso de drogas é um problema que tem, não só consumido as vidas, mas as famílias de Portugal, que sofrem, vítimas de um assassino que mata aos poucos: o vício. O imenso número de casos revela o enorme vazio dentro das pessoas, e o descontrolado desejo de preenchê-lo. Uma vez, li uma frase de Tommy Tenney no Livro: “Os caçadores de Deus” e nunca a esqueci: “Não podemos dizer que estas pessoas não querem Deus; elas querem, só ainda não o encontraram”.

As drogas mais comuns em Portugal:

O álcool é a droga que maiores danos traz aos portugueses, tanto pelo facto de cerca de 2 milhões em portugal serem dependentes dele, como pelo número de acidentes e de violência, ocasionados em decorrência de seus efeitos. No caso dos adolescentes, o preocupante em relação ao álcool é a constatação de que o início do consumo tem sido bastante precoce e que seu uso frequente ou pesado atinge cerca de 30% dos jovens.

O tabaco (cigarro) aparece como a segunda droga mais consumida pela população, embora em níveis bastante mais baixos do que o álcool. Seu uso inicial também é precoce, tendo sido constatado que aos 10-12 anos cerca de 12% dos adolescentes já experimentou cigarros, ao menos uma vez.

Depois vem a heroína, a maconha, o uso de ansiolíticos, anfetamínicos, cocaína e também anticolinérgicos, barbitúricos, xaropes, orexígenos, alucinógenos e opiáceos.

O consumo da maioria das substâncias ilícitas em Portugal está “abaixo da média europeia”, disse hoje o director do Observatório Europeu da Droga e Toxicodependência (Um estudo que define o mapa do mercado de cannabis, a ser publicado este ano, estima que na União Europeia e Noruega sejam consumidas “anualmente 1750 toneladas desta droga”, um consumo que “poderá equivaler a um valor de venda ao público de cerca de 9,6 mil milhões de euros”). Embora tenha diminuído um pouco o consumo de outras drogas em Portugal, o consumo de heroína continua a crescer no país.

Consumo de 2007 :

Consumos dos toxicodependentes em tratamento:

(Estatística de 2008)

● Idade média do início dos consumos abusivos: cannabis aos 15 anos; álcool aos 19 anos; heroína aos 20 anos; cocaína/base aos 21 e benzodiazepinas aos 23 anos.

● Substância principal: heroína (67%), seguida do álcool (13%), cocaína/base (12%) e speedball (5%).

● Via de administração da substância principal: fumada (57%), seguida da injectada (28%).

● Com consumos endovenosos ao longo da vida (60%).

● Início do consumo endovenoso entre os 15 e 24 anos (69%), sendo a idade média os 22 anos.

● Nunca partilharam material de consumo (65%).

 

Falta de controlo eficaz de doenças é principal problema de Portugal:

O director do Observatório Europeu da Droga considera que o maior problema relacionado com o consumo de droga que Portugal enfrenta é ainda não ter conseguido mitigar eficazmente a transmissão de doenças infecto-contagiosas através das drogas injectáveis.

Dados Clínicos – Psicopatologias e Doenças Infecciosas:

● Com psicopatologias diagnosticadas (67%), sendo as mais comuns a Perturbação da Personalidade (31%) e as Perturbações do Humor (19%)

● Com marcadores positivos de doenças infecciosas (58%), sendo as mais comuns a Hepatite C (57%) e o VIH (12%); a maioria dos seropositivos não está em tratamento (98% e 57% dos diagnosticados com Hepatite C e VIH)

● Prevalências de infecção para a Hepatite C e VIH muito superiores no grupo de utentes com consumos endovenosos (85%/18%).

Segundo dados do Observatório Europeu, sediado desde 1995 em Lisboa, Portugal apresenta uma taxa de novos casos de HIV/Sida entre os consumidores de drogas injectadas oito vezes superior à média europeia.

Num relatório apresentado no fim do ano passado em Bruxelas, Portugal é apontado como o país onde surgiram mais casos de consumidores de drogas injectáveis infectados com Sida  (AIDS).

(Fontes: Jornal público, I.D.T. – Instituto de Drogas e Toxicologia)


Motivos de Oração:

  • Pela libertação e salvação de muitos que estão presos no vício.
  • Pela cura dos tantos infectados e doentes, por causa das drogas.
  • Pelas famílias, que sofrem demais, convivendo com este problema.
  • Pelos que estão em fase de recuperação; para que sejam perseverantes.
  • Para que a Igreja em Portugal trabalhe para que muitos toxicodependentes deixem as drogas e tenham suas vidas transformadas por Cristo.
  • Para que Deus livre o Seu povo da discriminação e do egoísmo e faça da igreja, um lugar de descanso e refúgio para o toxicodependente.
  • Pelas instituições que prestam apoio ao toxicodependente.
  • Oremos para que Deus possa fechar as portas para o tráfico de drogas no nosso país.

Que Deus os abençoe! Daniele Marques.