O Dia do Senhor está Próximo! Sinais do Fim…

17 06 2011

Puxa, quanto tempo não escrevo nada aqui!
Na verdade, estou fazendo uma desintoxicação da internet, pois percebi que ficava muitas horas conectada. Agora entro apenas o tempo suficiente para responder os e-mails e recados. Estou usando meu tempo para estudar inglês, orar mais, ler mais, para investir em relacionamentos pessoais, investir mais na família e trabalhar!!! Que tempo maravilhoso tenho vivido!!! Deus é muito Fiel e tem feito grandes coisas em nossas vidas!!!

Vou postar, a Mensagem que preguei este domingo na Igreja. Espero que Deus fale aos seus corações!

Jl 3.13,14: Multidões, no Vale da Decisão!

O que me impressiona na Palavra de Deus, é a forma como Ela é Viva e tão actual em cada geração. A Bíblia é um Livro Divino e por isso não envelhece. Um certo escritor disse que: “a Bíblia é tão atual, quanto o dia de amanhã”. Por isso, a mesma Palavra que alcançou Abraão, Moisés, Davi, os profetas e os apóstolos, é viva e eficaz para nós, no dia de hoje.

A Bíblia é um Livro Divino, que corresponde a todos os anseios do homem. Impressionante, mas TUDO o que precisamos para viver uma vida abundante, está na Bíblia. Ali, temos todos os conselhos para vivermos de forma correta com a família, no casamento, na sociedade, no ministério, com os governos, com Deus.

A Bíblia, apesar de ter sido primeiramente, escrita para os judeus, está acima da cultura, e seus conselhos, são válidos para qualquer homem, de qualquer nacionalidade e cultura. Por isso, podemos pregá-la no mundo todo, desde que ele foi criado até agora, sem tirar nem colocar nada nela.

Na Bíblia, o ser humano, esse ser tão complexo e jamais definido por outro homem, é analisado e exposto completamente. Só UM poderia fazer isso: Aquele que o criou: Deus, O Único Deus Verdadeiro, o Psicólogo de todos os psicólogos, o Juiz de todos os juízes, o Médico de todos os médicos.

Por que a Bíblia pode ser um padrão para o homem, independente de seu contexto e seu lugar na história? Porque Aquele que o criou, sabia que, independente deste homem viver no tempo que chamamos de pré-história, ou na época da modernidade e do mundo digital actual, o ser humano continua apresentando o mesmo comportamento, tendo as mesmas crises, os mesmos problemas, as mesmas ambições, os mesmos desejos e expectativas e as mesmas necessidades. Por isso, uma só Palavra pode alcançar todos os homens.

Por isso, quando estudo sobre o contexto em que Israel se encontrava, quando Joel escreveu, é impossível não comparar com a situação do mundo em que vivemos. Ás vezes, tenho a impressão, que alguns momentos na história, se repetem; pois vemos, apesar das gerações e épocas serem outras, o homem com os mesmos problemas, com os mesmos comportamentos, recebendo as mesmas punições.

Mas a Bíblia não é somente um livro que expõe e trata os comportamentos humanos. Ela é muito mais do que isso! Esta Palavra trata de quase tudo: da área científica, humanidades, exactas, médica e espiritual! Mas isso não faz Dela, apenas um livro de conhecimentos, mas um Livro de Propósitos, pois Ela é uma Palavra profética, que anuncia, muito antes de acontecer, o futuro da humanidade. Ela relatou o seu começo e anunciou, em detalhes, o seu fim. Além disso, a Bíblia ainda revela, em cada linha, o carácter e os atributos, o Propósito e o coração de Seu Criador. Queridos, só Deus pode fazer isso! A Bíblia é a Palavra de Deus!!!

 Bem, o Livro de Joel foi escrito há aproximadamente 2.840 anos atrás (Entre 830 e 825 a.C.).

 No Cenário Nacional, viviam um avivamento temporário, nos dias de Joás, filho de Acazias, que começou a reinar com 7 anos, sob a tutela do sumo-sacerdote Joiada.

Internacionalmente, não havia lutas com grandes impérios. Nessa época, Judá era molestada por inimigos locais: Tiro, Sidom, Filistia, Edom. E nem estes, Judá estava conseguindo vencer. A minha pergunta aqui é: Se Judá não conseguia nem vencer os conflitos locais, como poderia vencer os Internacionais?

Em que isso se parece conosco e com a nossa época?

Vivemos em um tempo em que temos tantos conflitos pessoais, tantos problemas com o nosso “eu”, com o nosso “caráter”, com os nossos “vizinhos”, gastamos tanto tempo com coisas pequenas e sem utilidade, com pequenas brigas, com fofocas, com problemas matrimoniais, com problemas de família, e até gastamos tempo fazendo nada e isso consome todo o nosso tempo. E vivemos o tempo todo, na questão da “sobrevivência”, e que Deus que tenha misericórdia de nós para nós mesmos não nos matarmos, de tantos problemas que arrumamos! Bem, daí não sobra tempo para guerrearmos as guerras maiores. Mas ela virá assim mesmo! E se não nos prepararmos para ela, seremos derrotados.

Espiritualmente, a adoração a Baal havia diminuído (por causa da purificação de Jeú e de Joiada), mas o povo não havia se tornado ainda santo, prevalecendo, a indiferença no meio deles. O próprio templo não havia sido reparado adequadamente.

Neste sentido, também podemos dizer que vivemos no mesmo contexto:

Saímos da idolatria, mas permanecemos indiferentes, sem uma restauração completa do templo. Judá vivia uma época de grande seca! Tanto financeira, como espiritual. É provável que tanto a seca provocada pelo ataque dos gafanhotos, como as guerras locais, tenham sido conseqüência destes pecados do povo.

 A desolação que enfrentavam é descrita da seguinte forma:

  •  Problemas financeiros “o que um gafanhoto deixou, o outro devorou” (Jl 1.4).
  • Tristeza exemplificada por uma virgem que ficou viúva antes de ser desposada (Jl 1.8). Em Portugal, e não só aqui, mas no mundo há uma depressão quase que generalizada.
  • Na Casa do Senhor não havia ofertas (Jl 1.9) de manjares e libações (ofertas de gratidão, adoração e honra). Os ministros estavam de luto (tristes). Sem ofertas, não havia sustento.
  • O cereal (trigo) havia acabado –  Escassez de Palavra
  • A Vide secou (vinho) – Escassez de Alegria
  • O azeite faltava – Escassez de Unção

O livro de Joel, então foi escrito, com o intuito de chamar o povo ao arrependimento, para que uma calamidade maior do que a dos gafanhotos, não os atingisse: o dia do juízo final!

O tom do livro é: de URGÊNCIA. Joel fala de um julgamento que está por vir e de um DIA, chamado de DIA do Senhor, onde Deus decidirá o destino de cada homem, segundo seus caminhos e suas escolhas.

Baseado nisto, há algumas coisas que precisamos compreender:

  Se produzirmos o mesmo comportamento de Judá, no passado, receberemos os mesmos julgamentos. E o juízo começa pela Casa de Deus: Indiferença é punida com escassez de Palavra, de Alegria e de Unção. O fim de todo pecado sem arrependimento é o cativeiro. Quanto ao mundo, as pessoas de nossa época vivem em uma atmosfera de pecado continuado e isso tem enchido a medida da ira de Deus, que já se levantou para julgar.

 2º Embora os mesmos comportamentos recebam as mesmas punições, não temos mais tanto tempo, quanto Judá, nos dias de Joel.

Vivemos em uma outra época:Tenho percebido claramente uma mudança de atmosfera espiritual no mundo. Isto não está acontecendo somente em Portugal. Isso é Mundial!

Os ataques espirituais aumentaram e muito! Não sei você, mas eu tenho sofrido ataques na mente de uma forma intensa e constante. Tenho vivido diariamente, “em guerra”. Tenho percebido claramente, o inimigo tentando usar a própria Palavra para tentar mudar a base de minhas convicções. Não tem sido fácil. Este nosso tempo, é claramente “o tempo do fim”. O espírito do anti-Cristo já está operando e muito ativo, e a Bíblia diz que o anti-Cristo cuidará de “mudar os tempos e as leis”. Só é possível uma mudança de leis se houver uma mudança na estrutura dos pensamentos. Eles tem que reprogramar a mente dos homens, para “aceitar o errado como certo e vice-versa”.

 E por isso, este é um tempo de tantos ataques sutis na mente.

A globalização, a internet e principalmente, os sites de relacionamento, tem nos roubado 3 valores importantíssimos:

 a) O cultivar relacionamentos verdadeiros promovendo influência pessoal (o que a Bíblia chama de ensino e discipulado). Amados, evangelismo se faz “mano a mano”, pois evangelismo e missões são mais que palavras, são exemplos e pela internet, que exemplo podemos dar? As pessoas só conhecem o que queremos que elas conheçam, não conhecem os nossos defeitos. A Igreja de Atos crescia porque eles tinham tudo em comum, oravam juntos, comiam juntos, se relacionavam e evangelizavam. Faziam tudo juntos.

 b) O nosso tempo (que agora é escasso). Precisamos de tempo para orar, para ler a Palavra, para evangelizar e discipular as pessoas. Estou há mais de um mês sem o contato diário com a internet e isto me fez muito bem. Este tempo tem sido um tempo de reflexão para mim. E um tempo muito, muito, muito proveitoso.

 c) O nosso pensar (a moda hoje é Ctrl C e Ctrl V). A grande maioria das pessoas não pensam mais, embora vivamos na época da comunicação.  A maioria das mensagens são agora fruto da internet, do que outras pessoas falaram e viveram. Onde estão as mensagens, fruto de nossa experiência com Deus e as revelações, fruto de nossos momentos de oração? Não estou aqui a dizer que não podemos fazer pesquisas e usar textos de outras pessoas, mas entendo, que não podemos fazer só isso! A mensagem que pregamos tem que ter alguma relação com a nossa vida, história e experiência!

Nosso adversário não quer que pensemos! Ele nos quer no piloto automático, sendo repetidores das idéias de outros, e assim, vamos crescendo inchados, sem raízes, sem alicerces e conseqüentemente, sem frutos. Planta que não tem raiz, não tem fruto. E nós seremos conhecidos diante de Deus pelos frutos! O diabo nos quer funcionando sem reflectirmos, obedecendo às regras, aos padrões, e à moda imposta pela sociedade, pela mídia, pela internet, pelos governos, etc. e fazendo tudo isso, sem reflexão. Guarde sua mente, vigie seus pensamentos! Deus quer usar você, neste tempo e para isso, sua mente tem que estar sã!

Entramos em um tempo que corre para o fim. Amanheceu, já é noite. Iniciou o ano, já é natal. Porque temos esta sensação, se o dia continua tendo 24 horas? Porque durante todo o dia, somos submetidos aos “furtadores do nosso tempo” e “manipuladores de nossa mente”.

Passamos todo o nosso dia, querendo “saber das novidades”, “tomando conta da vida alheia”, “vendo fotos das pessoas”, “lendo suas postagens no twitter, no facebook, no orkut, etc.” e nessa ânsia de saber, ter e ser, perdemos o mais importante: o relacionamento com Deus e com as pessoas. Não venha me dizer que vc que fica o dia todo na internet, tem uma vida de oração e leitura Biblica  (como deve ser), e ainda trabalha fora e evangeliza constantemente!

Eu estava passando umas 3 -4 horas na internet (todos os dias) até que fiz uma oração: “Senhor, me dê uma adoração sem distracções” e quando comecei a orar, pedindo a Deus para que minha atenção voltasse somente para Ele, o teclado do meu notebook queimou (e entendi isso como um sinal de que eu deveria parar um pouco com a internet e dedicar todo o meu tempo ao Senhor, sem dividi-lo com distrações). Então, eu passei a usar pouco a net, e conseqüentemente, mais os joelhos … Não estou aqui dizendo que não devo mais usar a internet. Não! Mas que não devo fazer dela, um hábito diário, roubador de grande parte de meu tempo com Deus.

Queridos, O Dia do Senhor está PERTO não podemos permanecer dormindo! Jesus voltará: Atos 1.9-11

 O DIA DO SENHOR VIRÁ COMO UM LADRÃO

I Ts.5:2 – Porque vós mesmos sabeis muito bem que o Dia do Senhor virá como o ladrão de noite.

I Ts.5:3 – Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então, lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida; e de modo nenhum escaparão.

I Ts.5:4 – Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele Dia vos surpreenda como um ladrão.

Virá como um ladrão pra quem? Para os que estão em trevas.

 JESUS VIRÁ DE REPENTE:

 Jesus compara a iminência deste Dia, com os “Dias de Noé”:

Mt. 24:39E não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem.

Mateus 25.1-13 “A parábola das dez virgens” (lembre-se que a indiferença rouba-nos o azeite).

 Não sabemos o dia certo, mas Ele nos deixou sinais para identificarmos a época:

  • Como os sinais de trânsito nos apontam o caminho.
  • Como as folhes anunciam o verão…

… JESUS NOS ENSINOU A DISCERNIR OS TEMPOS:

Mt.16:3 – E pela manhã: Hoje haverá tempestade, porque o céu está de um vermelho sombrio. Hipócritas, sabeis diferenciar a face do céu e não conheceis os sinais dos tempos?

 Vejam os campos, QUE ESTÃO BRANCOS PARA A CEIFA.

Mt 24.32,33 “Aprendei, pois a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas”.

Lucas Cap 21.28, dentro do mesmo contexto apocalíptico, disse: “Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima”.

 JESUS NOS ENSINOU A IDENTIFICAR OS SINAIS:

Mt 24:3 – E, estando assentado no monte das Oliveiras, chegaram-se a Ele os Seus discípulos, em particular, dizendo: Dize-nos quando serão essas coisas e que sinal haverá da Tua vinda e do fim do mundo (ou, consumação do século)?

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 A resposta de Jesus tem a ver com uma alteração completa na forma de vida do planeta:

 ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS e FENÔMENOS NATURAIS

Lc.21:25 – “E haverá sinais no sol, e na lua, e nas estrelas, e, na terra, angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas”.

Mt 24.7 – “Fomes e Terremotos em vários lugares” (Japão, Chile, Itália)

Maremotos (Tsunamis): Tailândia, Taiwan, Japão, enchentes pelo mundo todo: Brasil, Austrália, etc. Ciclones, Tufões, Vendavais (EUA, etc.), vulcões entrando em erupção. Eu não preciso citar mais lugares, isso ficou comum nos nossos dias. No Japão quase todos dias tem havido um terremoto em escala menor.

PESTES

Doenças incuráveis (HIV, Câncer)

Gripes mortais (Influenza)

Febre Aviária, Vaca Louca, Gripe do Frango, Bactéria E.Coli

Malária e muitas e muitas outras.

 AUMENTO DA TECNOLOGIA, CONHECIMENTO E CIÊNCIA:

 Dn.12:4 – “E tu, Daniel, fecha estas palavras e sela este livro, até o tempo do fim; muitos correrão de uma parte para outra, e a ciência se multiplicará”. NVI: “muitos irão por todo lado, em busca de maior conhecimento”.

 Em pouco mais de cem anos, o homem, que andava a cavalo, construiu o carro, o avião, o foguete e foi à lua. Nossa era ultrapassou a Tecnologia, estamos na era da nanotecnologia. A globalização, a internet e a expansão dos meios de comunicação são sim, marcadores do tempo do fim.

Para mudar o governo, e as leis em um mundo imenso e habitável como o de hoje, era necessário que a tecnologia aumentasse, pois a mudança de mentes e princípios tem sido feita, em maioria absoluta, pela influência da tecnologia e dos meios de comunicação.

 As duas testemunhas de apocalipse são mencionadas sendo vistas pelo mundo todo (internet? Não sabemos, mas já podemos compreender que isto já é possível nos nossos dias). Jesus também na sua vinda será visto por todos (todo olho O verá “in directo”).

  • Vivemos estes dias, do qual Deus falou a Daniel: “tempo do fim”.

 MUDANÇA NA POLÍTICA E NO GOVERNO

Passos:

Uma única Moeda: segura, forte e anti-roubo. Neste mundo capitalista, todos querem seu dinheiro seguro. Eu vi uma matéria, onde uma empresa chamada Mondex, criou um bio-chip à base de lítio e um pouco maior que o grão de arroz, que substituirá, em breve todos os documentos, passaporte, cartões de crédito, dinheiro, etc. E que será implantado na mão direita e na testa das pessoas, por serem os únicos lugares, que após uma série de testes, foram compatíveis. Ninguém poderá comprar ou vender, sem este implante.

 A MARCA, A IMAGEM E A ADORAÇÃO À BESTA:

Ap.13:15 – E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta.

Ap.13:16 – E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na mão direita ou na testa,

Ap.13:17 – Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.

Ap.13:18 – Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, porque é número de homem; e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.

Ap.14:9 – E os seguiu o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta e a sua imagem e receber o sinal na testa ou na mão,

Ap.14:10 – Também o tal beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro.

Ap.14:11 – E a fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso, nem de dia nem de noite, os que adoram a besta e a sua imagem e aquele que receber o sinal do seu nome.

Um Único Governo: Haverá uma mudança de governo político (um homem reinando sobre todo o mundo: o anti-Cristo).

Um Único Tribunal, um único sistema de legislação e julgamento: Mudança de leis, de princípios.

 AUMENTO DE INIQÜIDADE E CORRUPÇÃO:

 II Tm.3:13 – Mas os homens maus e enganadores irão de mal para pior, enganando e sendo enganados.

II Tm.3:1 – Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos;

II Tm.3:2 – Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos,

II Tm.3:3 – Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons,

II Tm.3:4 – Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus,

II Tm.3:5 – Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.

II Tm.3:6 – Porque deste número são os que se introduzem pelas casas e levam cativas mulheres néscias carregadas de pecados, levadas de várias concupiscências,

II Tm.3:7 – Que aprendem sempre e nunca podem chegar ao conhecimento da verdade.

 AUMENTO DE GUERRAS E VIOLÊNCIA:

Mt.24:6 – “E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça (…)”.

 DEGRADAÇÃO ESPIRITUAL

Apostasia

 AFASTAMENTO DA FÉ VERDADEIRA:

II Ts.2:3 – Ninguém, de maneira alguma, vos engane, porque não será assim sem que antes venha a apostasia e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição,

 Mt.24:12 – E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos se esfriará.

 Mt.24:5 – Porque muitos virão em Meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos.

 Mt.24:11 – E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos.

 Mt.24:24 – Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas e farão tão grandes sinais e prodígios, que, se possível fora, enganariam até os escolhidos.

 I Tm.4:1 – Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios.

 Este nosso tempo é caracterizado por estes falsos profetas e pela frieza e indiferença espiritual.

 DEGRADAÇÃO MORAL e MUDANÇA NAS BASES DA FAMÍLIA (COMO NOS DIAS DE NOÉ)

 Família

Constantes brigas e crimes entre familiares TORNARAM-SE COMUNS em nossos dias.

Filhos LEVANTAM-SE contra pais e vice-versa (ontem vi em uma revista de Portugal, um filho que levou a mãe ao tribunal por causa de dinheiro).

E ainda há o que considero o pior: um desvio de padrões milenares e estabelecidos por Deus. Há uma clara mudança de leis e por “leis”, entendo “princípios”. Vemos, hoje, uma clara mudança de princípios na estrutura familiar:

Desde que o homem foi criado, há um padrão estabelecido por Deus: “deixará o homem pai e mãe e unir-se-á a sua mulher”. Deus estabeleceu limites para a sua criação:

Sexo: entre um homem e uma mulher, e dentro da segurança do casamento, que é santo, pois é a figura do casamento de Cristo com a Igreja.

 Em nosso mundo, esta estrutura estabelecida por Deus, está a ser alterada.

Quando Jesus fala deste tempo, Jesus faz uma comparação com os “dias de Noé” e refere-se, sobretudo, à este mudança de padrões, que Deus puniu com o dilúvio, na antiga geração: “casar e se dar-se em casamento” O que podemos entender por um aumento de divórcios por qualquer motivo, adultérios, fornicação e sexo pervertido. 

HOMOSSEXUALIDADE DESCARADA NO TEMPO DO FIM:

União matrimonial entre pessoas do mesmo sexo é um exemplo bem atual, desta mudança de leis e princípios.

Rm 1:24 – Pelo que também Deus os entregou às concupiscências do seu coração, à imundícia, para desonrarem o seu corpo entre si;

Rm 1:26 – Pelo que Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza.

Rm 1:27 – E, semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.

Rm.1:28 – E, como eles se não importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convém.

Daniel 11.37 fala-nos sobre o anti-Cristo e do modo como ele agirá no tempo do fim: “Não terá respeito aos deuses de seus pais, nem ao desejo de mulheres, nem a qualquer deus, porque sobre tudo se engrandecerá”. O vers. 38 fala que ele honrará um outro deus, diferente de todos, chamado: “deus das fortalezas”, e o honrará com ouro, prata, pedras preciosas e coisas agradáveis. Ou seja, o que este “deus” requer são riquezas e coisas agradáveis. Talvez, o anti-Cristo seja um homossexual, ou alguém que promova o homossexualismo.

 Em Rm 1.32 vemos que o juízo não será só para quem pratica, mas também para os que aprovam os que tais coisas praticam.

O mundo passa por uma mudança na estrutura de pensamento e também uma mudança de governo espiritual, um “deus” estranho está para assentar-se no trono. Alguém com o qual ainda não guerreamos, por isso não podemos dormir!!!

AUMENTO DE PERSEGUIÇÃO AOS CRISTÃOS:

Mt.24:9 – Então, vos hão de entregar para serdes atormentados e matar-vos -ão; e sereis odiados de todas as gentes por causa do meu nome.

Mt.24:10 – Nesse tempo, muitos serão escandalizados, e trair-se-ão uns aos outros, e uns aos outros se aborrecerão.

Lc.21:16 – E até pelos pais, e irmãos, e parentes, e amigos sereis entregues; e matarão alguns de vós.

Lc.21:17 – E de todos sereis odiados por causa do Meu nome.

A perseguição será certa, pois teremos que nos opor. Não podemos ser coniventes com estas mudanças de leis. Temos que nos opor ao casamento gay, à libertinagem. Essa não é uma questão só de homossexualismo, mas de casamento e mudança na estrutura familiar (macho e fêmea) e precisamos defender o matrimônio como instituição sagrada, digna entre todas e o leito sem mácula.

Vamos começar ser perseguidos irmãos! PREPAREM-SE!

Precisamos nos acostumar a cultuar a Deus junto com a nossa família, em casa, pois no futuro, as igrejas instituições serão fechadas, mas a Igreja Viva, esta continuará em crescimento e ativa! Pois essa, ninguém vence! As portas do inferno não permanecerão contra ela!

 Jesus orienta, neste tempo do fim, aos pais de família, vigiarem por suas casas (ler Mt 24.42-44). Pais, guardem suas famílias!!!

Temos que nos preparar para este novo tempo!

Jesus nos mandou Olhar para ISRAEL no tempo do fim, pois ela florescerá

A figueira é uma árvore da Palestina, que quando começa a florescer, está anunciando o verão naquela região. Jesus comparou esta figueira a Israel, dizendo que Israel é esta figueira que vai florescer no tempo do fim, anunciando o verão espiritual do arrebatamento. Realmente, Israel começou a florescer do ano 70 para cá. Foi disperso por todas as nações (Ler Lucas 21: 20-24).

Por mais de 1900 anos, Israel esteve longe de sua terra, de seus costumes, de sua comunidade, ficando totalmente uma nação despatriada. Entretanto, Israel se manteve fiel aos seus princípios religiosos.

A partir de 14 de maio de 1948, quando a ONU reconheceu Israel como novo Estado naquela região do Oriente, Israel que era uma das mais antigas nações, agora é uma das mais novas. Hoje Israel é uma potência nos sentidos econômicos, sociais e militares. No mundo da agricultura, Israel mostrou verdadeira capacidade. Agora eles têm mais de 250 mil hectares de terras, onde outrora era um deserto. Terras infrutíferas que agora são tão férteis, produzindo frutos, flores, legumes, os quais são exportados para toda a Ásia e para Europa.

Israel está florescendo. O que prova que está por um fio a volta de Jesus. Israel já se prepara para viver a última semana. Até sacerdotes já estão sendo consagrados para oficiar no último templo, que será reedificado em Israel (Ez profetiza sobre ele).

O QUE SIGNIFICAM ESSES SINAIS:

Mt.24:33 – Igualmente, quando virdes todas essas coisas, sabei que ele está próximo, às portas.

Lc.21:28 – Ora, quando essas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai a vossa cabeça, porque a vossa redenção está próxima.

Lc.21:31 – Assim também vós, quando virdes acontecer essas coisas, sabei que o Reino de Deus está perto.

 Alerta: Devemos estar preparados!

 Como?

 Buscando a Santificação e lutando contra o sistema mundano

O que está limpo, limpe-se mais ainda, o sujo, suje-se mais ainda.

Ler Rm 12.1,2 “Não vos conformeis com este século (Não se deixe moldar, não entre na fôrma do mundo) mas transformai-vos na renovação do vosso entendimento (da vossa mente) para que experimentais, qual seja, a boa, perfeita e agradável vontade de Deus”.

Temos que andar na contramão do sistema! O mundo ganancioso quer dinheiro (nós temos que ser ofertantes compulsivos), o mundo quer poder e fama (temos que nos humilhar, e se precisar, sermos espetáculo das nações), o mundo quer sexo livre (temos que nos consagrar em tudo). Isto é andar na contramão do sistema!

 Manifestando a essência de filhos de Deus à imagem de Jesus – Rm 8.18-19

A criação aguarda a nossa manifestação!

Enchendo o mundo com o que vem de Deus, que é o oposto ao ódio, indiferença, ciúmes, incredulidade, mágoa, desentendimentos, inimizades, porfias, calúnias, etc.

Mas frutificando em toda boa obra; fazendo o bem que estiver às nossas mãos (“não retenhas o bem, estando em vossa mão o poder fazê-lo”, e ainda “não pagueis mal com mal, mas pague o mal com bem”.

Sofrendo o dano, andando a segunda milha.

Evidenciando o Fruto do Espírito.

 Vivendo a Intimidade com Deus

Relacionamento com Deus, não vem de outra forma, senão por meio da oração, Bíblia, adoração e obediência. Não existem atalhos! Não há outra forma!!!

 Buscando a Revelação de Deus para este novo tempo

Vinhos Novos em odres novos, preparados e vigilantes para este novo tempo que está sendo inaugurado.

Evangelizando sem cessar!

Relacionamento com os irmãos – evangelismo e discipulado pessoal (que não se faz apenas pela internet, mas pessoa a pessoa).

 “E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações. Então virá o fim” Mt.24:14

Essa é a nossa hora Igreja!!!

 Baruch Hashem! Daniele Marques.

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Cada Pessoa tem um Propósito, cada Propósito tem uma Autoridade e cada Autoridade, a sua Própria Prosperidade

29 04 2011

Além de ler, você também poderá escutar a Mensagem deste Post em Mp3. 

Click para ouvir:

Senti o desejo de Postar novamente este artigo. Espero que você seja muito abençoado (a)!

Deus tem falado muito comigo sobre propósito. Mas o que é propósito? Eu defino propósito como o que nascemos para fazer; o que fomos chamados para fazer; propósito é finalidade; é objetivo. Não é apenas visão de onde eu quero chegar, mas é o fundamento da visão. E ainda: é o resultado do que eu sou. Propósito não tem só relação com as coisas que eu faço , mas com o quem eu sou. Eu preciso corresponder ao que eu fui desenhada para ser. Isto é propósito. Alcançar nosso propósito significa estabelecer uma relação de correspondência exata com o que Deus nos desenhou para ser e fazer.

Ex: Quando Deus criou os luminares, deu propósitos para eles. Eles foram desenhados para sinais, estações, dias, anos, para iluminar a terra, o sol para governar o dia e a lua para governar a noite. Talvez se uma criança nos perguntasse: Por que o sol brilha? Nós responderíamos: Porque ele é sol. A iluminação tem a ver com quem ele é, com a sua finalidade, com o seu propósito. Um sol que não ilumina, adiantaria de alguma coisa? O sol precisa ficar exactamente no lugar que está, fazendo o que está fazendo, para que permaneçamos vivos na terra. Se ele sair do seu lugar e se aproximar demais, morremos; se ele se afastar demais, morremos. Precisamos que ele continue funcionando exactamente de acordo com o seu propósito.

Deus deu um propósitos coletivos à sua criação: aos peixes, às árvores, aos animais, aos céus, à terra, aos anjos, ao homem, a Israel, à Igreja. Mas também deu-lhes propósitos específicos,  individuais.  Deu a cada árvore, propósitos específicos: produzir maçãs; à outras peras ou bananas. E ainda mais específicos: banana-maçã, banana dágua, etc. A cada um, pois, Deus deu propósitos, gerais e específicos.

Cada pessoa tem o seu propósito

O que eu fui chamada para fazer tem relação com o meu propósito e é diferente do que você foi chamado para fazer. O que eu nasci para fazer, não é o que você nasceu para fazer. Os pés tem um propósito, a boca tem outro, as mãos, os rins, o coração, cada um tem uma finalidade específica e geral, dentro do corpo. Quando cada um cumpre o seu papel específico, o propósito geral também se concretiza. Dependemos uns dos outros, somos um corpo.

Não queira fazer o que Deus não te chamou para fazer. Não deixe o seu lugar vazio, e vá fazer outra coisa. Você é extremamente necessário e potencialmente capacitado, quando está no lugar certo. Imagine se o coração resolvesse sair do seu lugar para exercer uma outra função? Haveria um caos generalizado e morte certa. Um olho implantado em qualquer outro lugar do corpo, perderia a sua finalidade e seria nada mais, nada menos do que um enfeite; mas quando ele está no lugar certo: ele fornece visão! Eu sei que você não quer ser um mero enfeite! E você não é: você tem o seu lugar no corpo! Rins são frágeis demais para ficarem expostos, mas no lugar certo, purificam o corpo de impurezas. Os órgãos que não estão expostos tem tanto valor quanto os que estão. Você não pode escolher o que quer ser! Não deixe ninguém fazer você pensar que pode! Deus te desenhou para exercer uma função em um lugar específico no corpo! Veja o comentário de Paulo aos Coríntios (1 Co 12.4-31).

Quer saber qual é o seu lugar? É onde flui sua autoridade.

Cada Propósito tem a sua Autoridade

Autoridade vem da raiz (autor, criador, fabricante, quem faz, original, fonte). Autoridade é o princípio para a função correta. É o que garante o máximo de desempenho no ministério. A raiz desta palavra vem do grego “autos”: ser automático,  ser natural, ser autêntico. A palavra autêntico significa: “Autos”: trabalhar; “hentes”: sair, pôr para fora. É colocar o trabalho que está dentro, para fora, naturalmente. Sair. É revelarmos quem somos de verdade. É colocar para fora quem somos. É sermos exactamente o que o Criador nos fez para sermos. TER AUTORIDADE é estar autorizado pelo Criador para o exercício ou desempenho de alguma função.

TER AUTORIDADE é fluir no que Deus colocou dentro de nós! Você não tem que fluir em tudo, você só precisa fluir no teu propósito e cada propósito tem a sua própria autoridade.

Certa vez, uma mulher que há 12 anos sofria de uma hemorragia tocou em Jesus no meio da multidão (Lc 8.43-46). Jesus disse: alguém me tocou. Perguntaram-lhe como Ele sentiu este toque específico, pois havia uma multidão apertando-o. Jesus respondeu: “porque saiu poder de mim”. Saiu poder dele, virtude, potencial! Aleluia! Curar e salvar fazia parte do seu propósito. Quando Jesus estava no exercício de seu propósito, Ele sentia sair poder dele!

Em que área flui poder de você? É aí que está a tua autoridade! Onde e fazendo o quê, você sente sair virtude de você? O que você e em que área você sente que seu potencial é liberado?

Na oração? Na pregação? Na contribuição? No ensino? Na profecia? No pastoreamento? No evangelismo? No encorajamento? Na cura? Na Libertação? Nas estratégias e planejamento? Na administração? No serviço? Na ajuda aos necessitados? Nos abraços? Escrevendo? Na música? Na dança? Com gestos? Ouvindo? Aconselhando? Cozinhando? Cuidando de crianças? Nos equipamentos de som? Na informática?  O que mexe realmente com vc? Em que área, vc sente fluir poder de vc? É aí que está a tua autoridade e o teu propósito.

Muito Bem! Você sabe o seu propósito, identificou o lugar de sua autoridade, mas não sabe o que fazer e nem por onde começar? Apenas faça!

Pois cada Autoridade tem a sua própria prosperidade

Todos os recursos que você precisa para desempenhar o que Deus te chamou para fazer, já estão dentro de você. Quando Deus criou as árvores, Ele liberou sobre elas, uma semente para fazê-las prosperar em seu propósito. Aquela primeira semente liberada continua produzindo árvores até hoje. Deus não fica todos os dias lançando sementes. Ele já fez isso!

Em tudo o que criou, Deus colocou sementes, colocou poder, colocou recursos, colocou provisão. Quando Deus criou o homem, o autor de Gênesis (Moisés), friza um detalhe interessante: (Gn 1.28) “E Deus os abençoou: e lhes disse: sede fecundos, multiplicai, enchei a terra e sujeitai-a, dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra”.

Qual é o detalhe? Essa palavra “abençoou” significa: liberou poder para fazer prosperar! Aleluia! Tudo o que Deus te chamou para fazer, Ele já te deu. Sua prosperidade está relacionada diretamente com sua autoridade e sua autoridade com o seu propósito! Ou seja: você tem poder disponível para fluir liberalmente dentro do que foi chamado para fazer! Quanto mais você cumpre o seu propósito, mais recursos recebe e mais poder libera! Deus já fez a parte dele! Já nos abençoou com toda sorte de recursos que precisamos para o desempenho de nossa missão.

Você não nasceu com uma missão pequena! Você nasceu para ser exatamente o que Deus te desenhou para ser. Nasceu para corresponder ao seu propósito! Você nasceu com um objetivo, para fluir em  alguma área!  Existe um lugar para você no Reino; um lugar de prosperidade, de potencial liberado, onde tem uma fonte agora mesmo, fluindo poder!  Você não é melhor do que ninguém, e nem pior do que ninguém. Não é mais rico e nem mais pobre. Não tem mais e nem menos. Deus deixou disponível para você, exatamente o que você necessita para cumprir, com excelência e transbordamento, o teu propósito.

Ninguém vai fazer o que você foi chamado para fazer! Existem propósitos semelhantes ao teu, mas o teu propósito é único, assim como tua identidade é única, assim como teu DNA é único. Dentro de você tem potencial para produzir algo único, original! Autêntico!

O diabo não está muito interessado nas coisas que você faz simplesmente por fazer e até com boas intenções; mas se o que você faz corresponde ao que foi chamado para fazer. Se você estiver no lugar certo, ele vai querer te parar para que você não cumpra o teu propósito. Ele vai  tentar colocar muitas distrações no teu caminho. São estratégias do diabo para te tirar do foco. O diabo pode te fazer sentir muito útil, pode usar pessoas para te dar muito trabalho, de forma que você desempenhe muitas funções. E você vai ficar cansado, atarefado e não vai ter tempo de pensar mais em nada. As pessoas vão te elogiar,  e vão dizer a você que você é um bom servo. Sua agenda pode estar bem lotada; mas a minha pergunta é: O que você está fazendo é o que Deus te chamou para fazer? Deus te chamou pra quê? Qual é o teu propósito específico? Deus certamente não te chamou para fazer tudo! Você não tem todos os dons e nem todos os ministérios! Deus não vai te cobrar o que Ele não te mandou fazer! Mas certamente, vai pedir contas do que Ele te deu! (Mt 25.14-30).

Deus também não está muito interessado nas coisas que você faz simplesmente por fazer e até com boas intenções; mas se o que você faz corresponde ao que foi chamado para fazer. Deus quer te fazer prosperar no teu propósito! Se for preciso, Ele vai tirar todas as tuas tarefas, e até “teu ministério”. Se você não estiver no lugar certo, fazendo a coisa certa, Ele vai te parar. E não pense que é o diabo te tirando o que você tem. Nesta hora, você precisa olhar pra Deus e parar para ouvi-lO. Sentar aos seus pés como Maria e ouvir: Maria, uma coisa só é importante, escolha a Boa parte, que não te será tirada! É possível você estar fazendo muitas coisas ao mesmo tempo e ser infrutífero. Mas é impossível fazer o que foi chamado para fazer e não ser próspero. Você precisa deixar Deus te conduzir este lugar de prosperidade.

O apóstolo Paulo diz algumas frases que sempre gosto de repetir. Vou fazer delas, conselhos, para que você encontre este lugar

1. Paulo disse: “Assim corro também eu, não sem meta; assim luto, não como desferindo golpes ao ar” e ainda: “Correi de tal maneira que o alcanceis”. Se você quer chegar a algum lugar, não tome vários caminhos. Descubra qual é o teu lugar e o teu propósito e não saia daí! (1 Co 9.24, 26).

2. Deixe tudo do teu passado, que não edifica, para trás. Paulo disse: “Pois eu vou me esquecendo das coisas que para trás ficam”. Não dá pra entrar em um tempo novo, carregando o passado nas costas. Leve somente o que é útil. Mágoas, amarguras e sentimentos parecidos, não te ajudarão a cumprir teu propósito. Deixe isto pra trás! (Fp 3.13; 2.5).

3. Continue avançando. Não pare! Paulo disse: “avanço para as coisas que estão adiante de mim” e “Prossigo para o Alvo” … “para alcançar aquilo pelo qual fui alcançado!” (Fp 3.12-14).

4. O que Deus começou em você  ainda não acabou! Deus é Fiel e vai completar a obra que começou! ( Fp 1.6).

5. E Viva para cumprir o teu propósito até que digas: “combati o bom combate, acabei a carreira e guardei a fé” (2 Tm 4.7).

Faça a tua parte, e o resto, deixe com Deus! Os problemas são Dele, mas as soluções também são Dele!

E prepare-se: para fluir naquilo que Deus te chamou. É um novo tempo! Alinhe-se! Seja próspero! Baruch Hashem! Daniele Marques.

Frase:
Eu tenho um propósito. Existe uma conexão entre o meu propósito e a minha autoridade. Minha autoridade está dentro do meu propósito. Minha prosperidade acontece, quando a minha autoridade está fluindo!
(Daniele Marques)





25º Dia – Oremos pela Unidade da Igreja em Portugal!

20 04 2011

A UNIDADE DA IGREJA NA CIDADE

A palavra Igreja e seu uso no Novo Testamento

A palavra igreja vem do vocábulo grego “Ekklesia”, que aparece 114 vezes no N. Testamento.

  • No singular aparece 17 vezes referindo-se a IGREJA UNIVERSAL (Mt 16:18; Ef 1:22; Cl 1:18; etc.).
  • No singular aparece 49 vezes referindo-se a IGREJA LOCAL (Mt 18:17; I Cor 1:2; etc.).
  • No plural aparece 38 vezes e se refere as IGREJAS LOCAIS de diversas localidades (Atos 9:31; II Cor 11:8; Apoc 1:4 e 11; etc.).
  • Aparece 10 vezes em várias formas (Rom 16:5; Heb 12:23; Atos 19:32,39,40).


A Igreja na Cidade

Nos tempos dos primeiros apóstolos e pais da igreja, a totalidade dos crentes que viviam em uma cidade formavam a ÚNICA igreja  daquele lugar. Não havia naqueles dias duas ou mais igrejas coexistindo simultaneamente em uma mesma localidade. Não há nenhum relato bíblico que se refere a pluralidade de igrejas em uma mesma localidade.

No capítulo 11 do livro de Atos se relata o nascimento da igreja em Antioquía. É a primeira comunidade mista onde não existe a parede de divisão, entre Judeus e gentios. Esta mistura , permite ter uma visão mais ampla da extensão do Reino de Deus. Com uma clara visão apostólica, a igreja de Antioquía chega a ser a mais missionária daqueles tempos. Barnabé e Paulo saem de Antioquía fundando as igrejas por todo mundo conhecido. Ao cabo de alguns anos , encontramos a igreja do Senhor em cidades ou localidades como Iconio, Listra, Filipos, Tessalonica, Eféso, Corinto, etc. Em cada localidade fundaram uma só igreja. A nenhum dos apóstolos fundadores havia ocorrido levantar “outra” igreja se já existia uma em cada localidade.. Quando Apólo chegava a uma cidade, não se lhe ocorria levantar “outra igreja” de acordo com seu estilo. Se assim o fizesse estaria realizando uma divisão no corpo de Cristo.

A igreja mencionada nas Sagradas Escrituras está fundada sobre o princípiode que em cada cidade deve haver uma só igreja.
Para eles era improcedente, por estar reunido com a mesma natureza da igreja, pretender edificar “outra igreja” na mesma localidade quando já havia uma. Tal pretensão supõe atentar contra o corpo de Cristo. Este princípio foi tão claro para os apóstolos que as igrejas se denominava pelo nome da localidade. A única maneira de identificar uma igreja determinada era pelo nome da cidade em que estava. Isto deixa muito evidente duas realidades que estamos sustentando:
1) O nome da cidade dava a cada comunidade a sua identidade.
2)Em cada cidade havia uma única igreja , pois nunca se disse no Novo Testamento: “…. as igrejas que estão em uma determinada cidade.” Em outras palavras, a totalidade dos filhos de Deus que viviam em uma cidade formavam a única igreja dessa cidade.

  • “a igreja que estava em Jerusalém” ( At 11: 22)
  • “a igreja que estava em Antioquía,”( At 13:1)
  • “a igreja de Deus que está em Corinto”. ( I Co 1:2 e II Co 1:1)
  • “a igreja em Éfeso…. a igreja em Esmirna…. a igreja em Pérgamo…. a igreja em Tiatíra….. etc. ( Ap 2:1, 8, 12, 18…).

 Interpretações errôneas sobre a unidade da igreja

Quando se fala sobre a unidade da igreja, muitos interpretam erroneamente o que isto significa, não porque haja má intenção, senão porque nosso contexto de igreja nos desorienta. A situação de anormalidade na qual vivemos não nos permite compreender com clareza como pode funcionar uma igreja em cada localidade. É necessário atuar com paciência e maior dependência do Espírito Santo para que Ele clareie nossos pensamentos e ilumine o nosso espírito.

  • Um erro comum é pensar que a igreja da localidade deve funcionar em um só edifício. Estão tão ligado ao conceito igreja-edifício que parece que não se pode pensar em uma só igreja na localidade sem imaginar a todos em um só edifício. Temos que repetir até cansar que o edifício não é a igreja; sem parar, se segue chamando ao edifício com o termo “igreja”. Isto faz com que se continue se associando igreja com edifício.
  • Outro erro é pensar que todos temos que ser membros da mesma instituição. Todavia é comum pensar que se somos da mesma denominação somos um. Esta herança ficou na igreja pelo ensinamento tão marcado de que cada organização tinha que levantar uma congregação em cada povo ou cidade, ainda que já tivesse outros grupos cristãos estabelecidos, considerando normal as divisões, e que só tinha que manter a unidade denominacional. Graças a Deus, muitos pastores, sem necessidade de romper seus vínculos denominacionais, estão relacionando-se cada vez mais com outros pastores da localidade; não obstante, há outros líderes que Deus está levando há uma relação mais estreita com os pastores de sua cidade, quebrando as barreiras mais tradicionais.
  • Um erro todavia mais sutil é pensar que a unidade da igreja em uma cidade consiste em reunir a todos os membros da igreja em uma reunião dominical ou semanal. Por supor que fazer reuniões conjuntas periodicamente que é muito bom; porém seria um erro pensar que a unidade da igreja é fazer reuniões com todo o povo. Bem no começo da renovação nos libertamos da associação igreja-edíficio; porém muitos não conseguem libertar-se da associação igreja-reunião. A reunião conjunta é uma expressão da igreja, porém não é a única nem fundamental. Por muitos anos, a igreja por causa da perseguição não podia ter uma só reunião para expressar sua unidade; não obstante, funcionava como uma só igreja.

Não confundamos a unidade da igreja com estar todos debaixo de um mesmo teto, nem com uma só instituição legal, nem tampouco com a reunião . Nosso contexto de igreja é o que nos condiciona a pensar que esta conduta colectiva é a mais importante expressão da unidade da igreja.

 A Igreja: Um só Corpo

A igreja deve funcionar em cada localidade como UM SÓ CORPO. Ao pensar na igreja como UM SÓ CORPO nos liberamos de limitar a unidade da igreja a edifícios, reuniões ou instituições. E abrimos nossa mente a multiforme sabedoria de Deus para entender o funcionamento da igreja da cidade. Quando pensamos em um corpo, pensamos em algo dinâmico, não estático; flexível , não rígido; adaptável, dócil. A figura do corpo é muito eloqüente e funcional; porque uma vez que em um corpo, estão todos os seus membros sujeitos uns aos outros formando uma unidade orgânica. Paulo declara em Efésios 4: 16 “do qual o corpo inteiro bem ajustado, e ligado pelo auxílio de todas as juntas, …” Quando pensamos na igreja como corpo, fica mais claro que há coisas que são circunstanciais . Pode celebrar-se na localidade uma reunião, ou dez reuniões, ou cinqüenta reuniões em lugares diferentes. Podem ter um edifício, ou muitos edifícios, ou nenhum. Todas estas coisas são circunstanciais. O ser uma só igreja na cidade não depende destas coisas que estamos considerando. Porém é fundamental que a igreja em cada cidade chegue a “SER” UM SÓ CORPO, de um modo real, funcional e visível .

  • I Co 12: 20 Agora, porém, há muitos membros, mas um só corpo.
  • I Co 12: 27 Ora, vós sois corpo de Cristo, e individualmente seus membros.
  • Ef 1: 22,23 e sujeitou todas as coisas debaixo dos seus pés, e para ser cabeça sobre todas as coisas o deu à igreja, que é o seu corpo, o complemento daquele que cumpre tudo em todas as coisas.
  • Cl 1: 18 também ele é a cabeça do corpo, da igreja; …..

 Os Apóstolos: (Anciãos) Fator de Unidade

Jesus Cristo é o cabeça da igreja. Ele é quem governa e tem toda autoridade.Ele é quem cobre, santifica e sustenta. Portanto a autoridade da igreja é uma autoridade delegada e está diretamente relacionada com a submissão que se manifesta ao cabeça; porém, fundamentalmente, a submissão aos Apóstolos (anciãos = mais experientes), já que estes são os guias e canais para abençoar o povo.

Quando os reis de Israel faziam a vontade de Deus, e o povo seguia essa linha de conduta, e honravam o Senhor Ele os abençoava. Por outro lado quando os reis viviam conforme os seus próprios caminhos, o povo sofria as conseqüências e se apartava do Senhor. No concílio de Jerusalém se reuniram os apóstolos e anciãos para tratar sobre o tema da circuncisão. Logo, comunicaram a igreja o seguinte: “nos pareceu bem a nós e ao Espírito Santo….”

Em Antioquía foi o Espírito Santo que falou aos líderes da igreja acerca de Paulo e Barnabé. Essa relação com o Espírito Santo é que outorga autoridade aos apóstolos e anciãos para conduzir o povo nos propósitos de Deus e levar a igreja ao cumprimento de sua vontade.

A vontade de Deus é a UNIDADE DA SUA IGREJA. Os líderes da igreja podem ser um meio para unir o povo do Senhor ou para dividir ainda mais a casa de Deus. Os pastores de cada localidade devem funcionar como um só presbitério. Deus nos conceda graça para sermos fator de unidade.

 A Igreja : Um só Fundamento

A preocupação do apóstolo Paulo foi a unidade da igreja em uma mesma localidade. Não há nenhum conceito que permita que os crentes de uma mesma localidade se dividam, formando grupos em torno do ministério de diferentes apóstolos. Alguns diziam “eu sou de Paulo”, outros “eu sou de Apólo”, ou “eu sou de Cefas”, o ” eu sou de Cristo”. O apóstolo declara: “Ninguém pode por outro fundamento além do que já esta posto, o qual é Jesus Cristo”.

 Cuidados e Advertências

A unidade da igreja não é a unidade da “vassoura” onde se ajunta tudo: tudo que se chama “igreja”, tudo que se chama “cristão”.

  • A unidade se dá com aqueles que são da mesma espécie: com quem deve ser? Com somente os evangélicos? Com os protestantes? Com os católicos? Com quem? Com os que nasceram de novo? Ainda que alguns digam que tiveram uma experiência de conversão, ainda que digam que nasceram de novo, hoje constatamos que isso não é nenhuma garantia de que são filhos de Deus. Jesus nos ensinou a diferenciar entre os que “são” e os que se “dizem”; Jesus disse: POR SEUS FRUTOS OS CONHECEREIS. O santo só se une com o santo. A espiritualidade na igreja trará como conseqüência a unidade. Se quisermos unir o carnal com o espiritual, provocaremos mais divisão. A casa de Saul e a casa de Davi não puderam marchar juntas, porém na medida em que o espiritual vai se fortalecendo a carne irá se debilitando e alcançar-se a maior unidade.
  • A unidade vem com o reconhecimento de autoridade. A unidade não deve dar-se só porque estamos de acordo. Estar de acordo é necessário, como é a santidade e a integridade. Porém também é necessário o reconhecimento de autoridade. Sempre me chamou a atenção Atos 8:1, onde se diz: “que todos foram dispersos, exceto os apóstolos“. No meu entender esta unidade apostólica foi o ponto de referência para a unidade da igreja. Também a atitude de Paulo, que não decide por sua própria conta a não circuncisão dos gentios, senão que sobe a Jerusalém para tratar do assunto com os demais apóstolos, reflete a unidade que havia na igreja. Isto se dava pelo reconhecimento do princípio de autoridade. Paulo podia ter decidido por sua própria conta nas igrejas que havia fundado e que estavam sob os seus cuidados; porém consciente de que a igreja é uma, se submete a toda autoridade. Logo, o apóstolo Pedro em sua carta reconhece o ministério e a revelação que havia em Paulo, o apóstolo; o reconhecimento desta autoridade mantinha e deixa evidente a unidade que havia na igreja . Devemos reconhecer os ministérios e os dons que Deus vai levantando na localidade onde residimos se quisermos alcançar a unidade.
  • Nossa Vocação Pela Unidade. Por causa das divisões da igrejatemos empobrecido. Os ricos recursos ministeriais do corpo de Cristo estão dispersos. A maioria das congregações tem um ministério uni-pastoral (singular). Um só homem não reúne em si mesmo todos os dons e ministérios. Estamos desarticulados. Não funcionamos como um corpo. A Bíblia nos fala de diversidade de ministérios. Onde estão? Onde estão os apóstolos e os profetas? Onde estão os que pastoreiam os pastores? Todavia não existe suficiente consciência de que um dos grandes dramas da igreja é a solidão ministerial? Até quando seguiremos assim? A igreja em cada localidade deve funcionar como um só corpo. Deve assumir, com todas as congregações do lugar, sua IDENTIDADE como A IGREJA DA CIDADE, pois tão somente em unidade poderá cumprir com sua missão integral no mundo.

Se juntos aos nossos irmãos da localidade assumimos nossa responsabilidade de que somos luz e sal, os problemas da cidade se tornam nossos problemas e assumimos nosso compromisso. Os pobres, os órfãos, as viúvas que estão desamparadas, as crianças e anciãos abandonados, os que sofrem injustiças,etc. , serão o peso da igreja da cidade.

Porém quando vemos todos estes problemas, e estamos sós nos apavoramos e dizemos: impossível para a nossa congregação. Porém quando enfrentamos em conjunto com os demais irmãos, PODEMOS; porque no corpo estão todos os recursos. Por causa da divisão estamos gastando mal os nossos esforços e duplicando os nossos trabalhos. NECESSITAMOS DA UNIDADE.

  • Não nos resignemos a uma igreja dividida, como inimigos guerreando.
  • Não nos conformemos com o fato de nossas congregações estejam mais ou menos bem.
  • Não aceitemos a teologia da resignação, que diz que somos um em espírito.
  • Não condenemos aquele que não vê, não compreende, ou que não tem fé. Só Deus pode revelar a sua palavra.
  • Cremos que a unidade da igreja tem que ter sua expressão prática na localidade e que todos os crentes da cidade formam um só corpo.
  • Cremos que Deus paulatinamente irá restaurando a unidade de sua igreja em cada cidade ou povo.
  • Cremos que Deus previamente através do Espírito Santo, nos levará a um nível de santidade e espiritualidade que fará DESEJAVEL a unidade.
  • Cremos que Deus fará, pois a unidade da igreja é um milagre tão grande que só Deus pode fazer.
  • Cremos que a cruz irá operando em cada um dos pastores, depondo toda atitude carnal que impede a unidade.

(Parte do livro: A Igreja Normal, de Watmannee)

Motivos de Oração:

Pela UNIDADE DA IGREJA. em Portugal.
Para que sejamos UM:

a)       No Fundamento (1 Co 3.11)

b)       No Pensamento (Fl 4.8)

c)        Nas Atitudes (At 4.33)

d)       Na Concordância (1 Co 1.10)

e)       Na Divisão das tarefas, como Corpo (1 Co 12.20)

f)         Nas Conquistas (At 5.14)

Que Deus o abençoe! Daniele Marques






22º Dia – Oremos pelos Imigrantes em Portugal!

17 04 2011

Portugal tem aproximadamente 10.698,888 habitantes e quase meio milhão de Imigrantes legais. Em 1990 residiam em Portugal 107.767 estrangeiros, em 2000 passaram a ser 207.587. No ano de 2009, o último disponibilizado pelo SEF, viviam em território português 454.191 estrangeiros. Mas acreditamos que estejam cá muito mais, uma vez que o SEF registra apenas os imigrantes já legalizados. Alguns crêem, que pelo menos 10% da população seja efectivamente, de imigrantes. Deste número, as comunidades mais representativas são a brasileira, a cabo-verdiana e o contingente de imigrantes dos países de leste, com predominância para os ucranianos.

 OS PARTIDOS TEM OPINIÕES DIFERENTES SOBRE “O QUÊ” DEVE-SE FAZER COM OS ESTRANGEIROS

 Em Portugal, da esquerda à direita, existem diversas visões e argumentações no que diz respeito às políticas de imigração. Desde a “igualdade” entre portugueses e imigrantes, proposta pelo Bloco de Esquerda, até ao repatriamento imediato de todos os clandestinos para os seus países de origem, sugerido pelo PNR (Partido Nacional Renovador), o que não faltam são propostas para o problema da imigração.

 À esquerda, o Bloco defende uma “nova política de imigração” que passe pela regularização dos clandestinos e a legalização dos imigrantes, com todos os direitos e deveres, a atribuição direito de voto a todos os imigrantes que estejam em Portugal há mais de três anos, bem como, a concessão de autorização de residência aos actuais portadores de autorização de permanência, extinguindo-se esta última categoria. Por outro lado, o BE (Bloco de Esquerda) recusa qualquer tipo de políticas de criminalização da imigração, como as adoptadas, em Itália, pelo governo de Berlusconi.

 O PCP (Partido Comunista Português) não tem uma posição tão taxativa quanto a do Bloco de Esquerda, porém, os comunistas apontam a sua acção política para o mesmo sentido que os bloquistas, ou seja, pretendem a legalização dos imigrantes e das suas famílias, a equiparação ao nível de direitos entre trabalhadores portugueses e estrangeiros. Ao nível das prestações socais, o Partido Comunista defende uma maior abrangência para os imigrantes, como forma de os ajudar na inserção social. O partido liderado por Jerónimo de Sousa demonstra-se, ainda, desfavorável a um sistema de quotas que, segundo os comunistas, cria marginalização social, exploração desenfreada e constante violação dos direitos humanos.

 À direita, o CDS (Centro Democrático Social, partido Popular) pretende uma resposta comum ao nível dos Estados-membros da União Europeia, defendendo que a “Europa deve ser aberta mas deve regular a imigração”. Isto significa dizer que a política de imigração deve atender ao desenvolvimento económico e demográfico, bem como às capacidades de recepção e, por fim, às ligações com cada um dos países de origem das comunidades imigrantes. Defendem um controlo rigoroso da entrada, saída e permanência de cidadãos estrangeiros, assim como, a criação de Gabinetes de Informação e Apoio ao Imigrante (GIAI), destinados a fornecer conhecimentos básicos da legislação portuguesa, em todas as Lojas do Cidadão. No que toca à ligação com a criminalidade, o CDS propõe que em caso de condenação por crimes graves cometidos por titulares de vistos de residência, detidos em flagrante delito, a consequência seja a expulsão do país.

 O PNR aponta a imigração como uma das causas da actual difícil situação do país. Os nacionalistas consideram que a imigração em massa traduz-se numa ameaça à soberania, segurança dos portugueses, cria situações de injustiça para os trabalhadores portugueses, que se vêem confrontados com a “concorrência desleal de mão-de-obra mais barata vinda do exterior”. O PNR  fala num aumento generalizado da insegurança no país e aponta as suas causas: redes de crime organizado estrangeiras que operam em Portugal e gangues compostos por jovens de origem africana. Para dar resposta a este problema, o Partido Nacional Renovador defende a renúncia aos Acordos de Schengen, a criminalização do apoio à imigração ilegal, alterar a Lei da Nacionalidade para que os imigrantes “nunca possam recorrer ao subterfúgio de ter filhos em Portugal para poderem ficar a viver permanentemente no nosso País” e ainda, decretar o repatriamento imediato de todos os clandestinos para os seus países de origem. (http://e-clique.com/m3-portugal/2011/03/06/imigracao-um-problema-ou-uma-solucao/).

Enquanto não há um concenso entre os partidos políticos de Portugal, se os imigrantes são um problema ou uma solução, eles ficam, de um lado, aceitos como importantes para o desenvolvimento do país e aquecimento da sua economia; mas por outro lado, sofrem imensas discriminações, correndo o risco, inclusive de serem explusos do país.

 E QUANTO A NÓS, POVO DE DEUS? QUAL É A NOSSA POSIÇÃO?

Penso, que pelo facto de sermos cristãos, temos que nos posicionar, com relação aos imigrantes. E a melhor solução é aquela que a Palavra de Deus nos dá. Essa convivência entre nativos e imigrantes é muito antiga. Já na época de Moisés, e até mesmo antes, temos ouvido falar disto. O povo de Israel foi imigrante (estrangeiro) em muitas terras e este foi um dos motivos pelos quais Deus ordenou que eles deveriam tratar bem aos estrangeiros: “Também não oprimirás o estrangeiro;  pois vós conheceis o coração do estrangeiro, pois fostes estrangeiros na terra do Egito” (Ex 23. 9).

 O Senhor também não permitia que seu povo discriminasse ou oprimisse seus estrangeiros. Veja:

 “Uma mesma lei haja para o natural e para o estrangeiro que peregrinar entre vós” (Ex 12.49).

“Como um natural entre vós será o estrangeiro que peregrina convosco; amá-lo-ás como a ti mesmo, pois estrangeiros fostes na terra do Egito. Eu sou o SENHOR vosso Deus” (Lv 19. 34).

“Não perverterás o direito do estrangeiro e do órfão; nem tomarás em penhor a roupa da viúva” (Dt 24. 17).

“Maldito aquele que perverter o direito do estrangeiro, do órfão e da viúva. E todo o povo dirá: Amém” (Dt 27. 19).

“O SENHOR guarda os estrangeiros; sustém o órfão e a viúva, mas transtorna o caminho dos ímpios” (Sl 146. 9).

“Ao povo da terra oprimem gravemente, e andam roubando, e fazendo violência ao pobre e necessitado, e ao estrangeiro oprimem sem razão (Ez 22. 29).

Jesus disse que quem tratasse bem ao estrangeiro, estaria fazendo-o a ele: “Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me” (Mt 25. 35).

Há uma certa identificação, entre a realidade étnica do primeiro século e o fenómeno das migrações no Portugal actual: “E em Jerusalém (podemos ler: Portugal) estavam habitando judeus, varões religiosos, de todas as nações que estão debaixo do céu.” Atos 2.5

Portugal, que foi peregrino e estrangeiro por tantas terras, foi desbravador de territórios “DANDO NOVOS MUNDOS AO MUNDO”, e emigrou para muitos deles, agora tem, dentro de suas portas, muitos imigrantes. Eles estão à nosso cargo, e segundo a Palavra de Deus, precisam ser amados, hospedados, e cuidados, sem discriminação, como vimos nos textos acima referidos. A expressão multi-culturas é algo, que de facto, estamos acostumados.

Quantas aflições têm de passar para a sua reinserção na cultura, costumes, trabalho, religião, etc.? Quantos sofrem com discriminações, racismo, imensas burocracias com os processos de legalização, falta de assistência médica, de emprego, etc? Será que já paramos para perguntar: se eles estão cá, o que Deus pretende com isto?

Este é um desafio. Hoje temos de alcançar os grupos étnicos aqui representados e dispor-nos a ajudá-los com aquilo que, muitas vezes sem eles saberem, é o que de melhor poderão levar desta experiência de imigração, ou seja: o Evangelho de Jesus Cristo.

A pergunta feita em Atos 2.12:“O QUE QUER ISTO DIZER?”, surgiu num ambiente de uma cidade carregada de diversidade étnica e linguística. Essa pergunta deve estimular-nos à reflexão. Tendo uma realidade multi-étnica muito semelhante a esta vivida num dia especial em Jerusalém. Como responderemos nós ao desafio missionário da comunidade imigrante entre nós? Independentemente da nossa resposta, Deus já está a trabalhar entre os milhares de imigrantes que estão paredes-meias a partilhar connosco este espaço e este tempo, tão especial nas nossas vidas. E PORQUE? Uma pergunta que nunca teve resposta, poderá neste caso particular ter a seguinte solução:

 Nós não fomos, Deus enviou-os até nós! E agora?

 (O texto a seguir é de autoria de Fernando Cunha, Ministério Alkantara / Igreja Baptista de Faro e responde a esta pergunta):


“AMAI O ESTRANGEIRO” (DT. 19:10 A)

Há vários anos, ouvimos falar de uma perseguição longínqua movida contra os cristãos nos países de governo comunista. Emocionamo-nos com os testemunhos vindos da ex-União Soviética, da Roménia, da China e da Albânia, entre outros. Certamente, até oramos pelos nossos irmãos e pela quebra de barreiras à pregação do Evangelho nesses países.

Há menos anos, tomamos consciência das perseguições nos países muçulmanos e nas tremendas dificuldades que se levantam contra a evangelização nesses países…

Mas não fomos! A esmagadora maioria dos missionários transculturais estão em países já alcançados. A Igreja portuguesa, há muito habituada a receber missionários do exterior tem-se mostrado fechada ao envio de obreiros.

Foi então que Deus os trouxe até nós. Dos países da ex-União Soviética, da China, de Marrocos, do Egipto e da Argélia, para só citar alguns. Eles estão cá!

E nós?

Chamamos-os de ladrões, dizemos que andam a roubar os nossos empregos e observamo-los como quem observa animais num zoológico. Mas foi Deus, quem os trouxe para nos entregar o enorme privilégio de os alcançarmos com o Evangelho de Jesus.

Temos em nossas mãos um campo de missões tremendo. Eles estão cá, e cá podemos evangelizá-los em liberdade (pelo menos por enquanto!)

Durante quase 40 anos de expedições a um país muçulmano, tenho sentido muito profundamente a dor de conhecer um país onde é proíbido pregar o Evangelho. Mas os muçulmanos estão cá, as suas mesquitas também, e nós o que fazemos?

Chegou a altura de fazer como Jesus disse: Levantar os olhos e VER. Chegou a altura de pedirmos ao Senhor que nos faça sentir a Sua paixão pelos perdidos e que essa paixão nos mova à acção.

Chegou a hora de buscarmos a Sua face, entendermos que Ele nos a entregou para ouvirmos as Suas estratégias para alcançarmos os que Ele nos enviou.

Somos responsáveis perante o Senhor por aquele muçulmano que trabalha ao pé de nós, por aquela senhora chinesa que nos atende na sua loja tantas vezes, por aquele egípcio, dono do restaurante onde vamos comer quando queremos celebrar algo importante. SOMOS RESPONSÁVEIS!!!

Não fomos, Deus enviou-os. Vamos agir?

Motivos de Oração:

  • Pedir perdão ao Senhor, por todos os maus-tratos e racismos que fizemos nossos imigrantes sofrer.
  • Para que Deus nos dê uma genuína e intensa paixão pelos imigrantes não-alcançados.
  • Pela salvação dos imigrantes que encontram-se em Portugal.
  • Para que a Igreja realmente, sinta-se responsável pelos imigrantes, entendendo o grande privilégio e a grande responsabilidade que Deus nos está a conceder. Precisamos amá-los e cuidar bem deles. Qualquer atitude hostil, é considerada pelo Senhor, como opressão e injustiça social e portanto, pecado.
  • Por uma boa integração dos imigrantes, na sociedade portuguesa.
  • Para que Deus destrua todo e qualquer preconceito e racismo que possa existir entre nós.
  • Em Portugal há igrejas inteiras com maioria de imigrantes e por causa de toda esta crise, muitos estão voltando para suas casas (muitos mesmo). Pr. Carlos, da Igreja Elim, mencionou este facto e pediu orações pelo imenso número de igrejas que estão perdendo seus membros.
Que Deus o abençoe! Daniele Marques.




20º Dia de Oração – Desertificação, uma consequência da Emigração das Áreas Rurais!

15 04 2011

Quero começar este artigo, fazendo uma diferença entre os termos Imigração e Emigração. Imigração é o movimento de entrada, com ânimo permanente ou temporário e com a intenção de trabalho e/ou residência, de pessoas ou populações, de um país para outro. Ex: um brasileiro que venha morar em Portugal. Já emigração é o ato e o fenômeno espontâneo de deixar seu local de residência para se estabelecer numa outra região ou nação em busca de trabalho ou residência. Ex: um português do interior que sai de Portugal para morar em Lisboa, ou em algum outro país.

Até há poucos anos atrás Portugal era um país essencialmente rural, poder-se-ia dizer que não haviam pessoas nascidas no “asfalto”, as pessoas nasciam na província e só depois debandavam para as grandes cidades do litoral. A relação com a ruralidade e com tudo o que tinha a ver com a terra era por demais evidente. Nos anos 60 e 70 não havia agregado familiar que migrasse para os arredores das grandes cidades que não arranjasse maneira de ter a sua horta e os seus animais domésticos, normalmente galinhas, coelhos, patos… nas hortas cultivava-se batatas, cebolas, couves, feijão verde, tomate, etc.

 Com o aumento da globalização e da modernidade; também, devido à falta de empregos, muitos portugueses precisaram emigrar para outros países ou até mesmo para Lisboa, em busca de trabalho e meio de vida melhores. E grande parte da população das aldeias e das regiões rurais de Portugal, principalmente do Norte, abandonaram seus locais de origem, para migrarem para o litoral ou para lugares com mais oportunidades de trabalho.

 Hoje já quase ninguém quer “perder tempo” a tratar da horta ou dos animais. O consumismo leva a que as pessoas comprem tudo nos hipermercados e há muitas crianças das cidades que nunca viram uma galinha ao vivo ou a rama de uma cenoura… Estes factores contribuem para um desenraizamento, para uma falta de identidade, para uma frustração e uma desmotivação das pessoas. Infelizmente, isto tem implicações negativas para muitas famílias: deixam de existir os laços fundamentais de coesão social, cultural e familiar.

Outro problema é a desertificação do interior, que perde sua população jovem, que sai em busca de novas oportunidades, deixando seus pais, já idosos, a cuidar dos campos. Ao chegar a idade, não podem mais trabalhar como antes, e consequentemente, os campos perdem a produtividade. E sem produtividade, vão ficando cada vez mais áridos, até se tornarem completamente desertos e inférteis. O interior do país sofre com tudo isto: os campos ficam ao abandono, as florestas (e os incêndios) entram pelas aldeias porque ninguém as detém (as hortas deram lugar a florestas desordenadas), muitas casas começam a ficar degradadas porque as pessoas que lá vivem envelheceram e não têm possibilidades de fazer a manutenção necessária, as populações envelhecem a ritmo acelerado e deixa de haver interacção entre gerações mais novas e mais velhas.

 Para entender mais sobre este assunto: assista os vídeos:

“a terra está de luto, e todo que mora nela desfalece…” Oséias 4: 3

A palavra “Desertificação” é a degradação do solo, cuja qualidade e quantidade é determinante para o desenvolvimento de plantas, colheitas, florestas, animais, bem como o estabelecimento das comunidades humanas, que é consequencia da emigração das populações rurais, para os centros urbanos ou para países desenvolvidos, que deixam a terra sem capacidade de produzir.

Portugal é um dos países da bacia do Mediterrâneo onde a desertificação é particularmente sentida, com cerca de 60% do seu território susceptível à desertificação e à seca. As características mediterrâneas do clima associado à geologia, são factores que contribuem para que no território português se encontrem zonas classificadas de semi-áridas e sub-húmidas secas.

As políticas de ordenamento do território desajustadas, como a campanha do trigo nos anos 30 ou a plantação de monoculturas de eucalipto durante os anos 80 do século passado, os incêndios florestais que grassam ao longo do Verão, o regime hídrico torrencial que caracteriza o clima mediterrânico, a ocupação urbana e industrial dos melhores solos agrícolas, são tudo factores que têm contribuído para a degradação e erosão do solo pobre e frágil que Portugal possui. Este é um fenómeno, que sendo complexo, urge ser travado. É a nossa subsistência que está em jogo, pois a diminuição da capacidade agrícola dos nossos solos, bem como o abandono dos meios rurais, terá como consequência a nossa futura dependência de terceiros para alimentarmos a nossa população.

 No Velho Testamento Deus através do profeta Oséias refere a reacção da criação perante aquilo que observa no relacionamento existente entre o povo de Israel (Os 4:1-3). O profeta Isaías, contemporâneo de Oséias, declara que “são os seus moradores” os responsáveis pela degradação da terra (Is. 24:5-6). Mais tarde, o profeta Jeremias lamenta-se perante o estado deplorável em que a terra se encontra (Jer. 12: 4). São alguns exemplos que encontramos nas Sagradas Escrituras que mostram o desagrado de Deus pela forma como é tratada a sua Criação, onde o Ser Humano é o expoente máximo.

Felizmente, a obra redentora de Cristo Jesus dá-nos esperança genuína sobre o nosso futuro e sobre o futuro da Criação (Jo. 3:16; Cl. 1:17-20; Rm. 8:19-22). Nesse sentido, enquanto adoradores do Criador temos de reflectir sobre a nossa relação uns com os outros e com a própria criação à luz da Bíblia. Isso implica avaliar o nosso estilo de vida e os sistemas sociais económicos onde estamos inseridos e procurar a vontade de Deus.

Neste sentido, creio que desertificação não se refere apenas a tudo o que foi exposto acima. Ao nosso lado, o nosso próximo poderá estar a ser perturbado pela “desertificação espiritual” sendo a nossa responsabilidade apresentar Aquele que afirmou “…aquele, porém, que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede;…” (Jo.4: 14). Filipe Bally Jorge, Biólogo.

(Fontes: matéria de José Alex Gandum (Jornalista), textos da Jocum, vídeo site do pr. Denner)

Motivos de Oração:

  • Pela salvação dos portugueses que estão a envelhecer nas aldeias, muitas delas, sem nenhuma igreja evangélica.
  • Por envio de pastores missionários para estas regiões não-alcançadas de Portugal.
  • Pela preservação da biodiversidade, criação de Deus, presente em Portugal.
  • Pelas autoridades locais, nas decisões que tomam, relativas à ocupação do solo.
  • Pelas famílias que perdem tudo devido a catástrofes naturais, incêncios, etc, efeitos da desertificação.
  • Por uma maior consciência ambiental e cívica dos portugueses.
  • Por medidas do governo de re-população dos lugares abandonados.
Que Deus te abençoe! Daniele Marques.






19º Dia – Oremos pelos Carenciados de Portugal!

14 04 2011

POBREZA:

O risco de pobreza em Portugal sobe cinco pontos percentuais, (de 18 para 23 por cento) no caso das crianças (até aos 17 anos inclusive) e é de 22 por cento no caso dos idosos (a partir dos 65 anos).

O Eurostat revela ainda que mais de metade dos habitantes em Portugal (64 por cento) não consegue pagar uma semana de férias no estrangeiro e nove por cento da população não tinha, em 2008, possibilidades de adquirir viatura própria. Relativamente aos consumos de primeira necessidade, 35 por cento dos que habitam em Portugal não têm capacidade para manter a casa adequadamente quente (face a dez por cento da Europa a 27) e quatro por cento da população não tem condições financeiras para fazer uma refeição, pelo menos dia sim dia não, de carne, peixe ou equivalente vegetariano (um número mais positivo do que a média europeia, que se situa nos nove por cento).

De entre os 27 países que compõem a União Europeia, Portugal não é, ainda assim, dos mais severamente afectados pelo risco de pobreza. Em 2008, Letónia (26 por cento), Roménia (23 por cento), Bulgária (21 por cento) e Espanha e Grécia (21 por cento), eram, segundo o estudo do Eurostat, os mais afectados pelo risco de pobreza. Os países da União Europeia com menos risco de pobreza são a República Checa (9 por cento) e Holanda e Eslováquia (11 por cento). Jornal Público on line.

Desemprego em Crescimento

O FMI aponta para um crescimento contínuo da taxa de desemprego em Portugal, de 11,9% este ano, num crescimento de 0,9 pontos percentuais em relação ao ano passado, para 12,4 por cento em 2012.

Inadiplentes:

Só este ano, a impossibilidade de pagamento da prestação ao banco levou a que mais de 700 famílias portuguesas perdessem a casa onde moravam, segundo noticia o Correio da Manhã.

Segundo dados fornecidos pelo pr. Luiz Pizano, da Igreja Metodista Wesleyana, “nos últimos dias, devido à crise, aproximadamente 35.000 famílias ficaram sem pagar a renda (aluguel).  Dessas famílias, muitas tiveram os seus abonos cortados pelo governo. Até o Banco Alimentar diminuiu seu fornecimento de alimentos”. Pastor Luiz pede oração por estas famílias.

Carenciados Sem-teto:

Segundo os dados fornecidos pelo pr. Dantas, da Igreja Batista Shekinah, existem aproximadamente 3.000 moradores de rua em Portugal, muitos deles, sem ajuda alguma”. Segundo ele, que realiza um lindo trabalho com Moradores de rua, “essas pessoas estão muito abertas à Palavra de Deus, porém, não há muitos que invistam neles”. Pr. Dantas pede oração pelos carenciados de Portugal.
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Reportagem sobre a Pobreza em Portugal:

“Porque sempre tendes os pobres convosco”

Talvez estas palavras de Jesus nunca tenham sido tão profeticamente actualizadas como nos dias em que vivemos. Num total de 493 milhões de habitantes, a pobreza é uma realidade que actualmente afecta 68 milhões de pessoas na Europa da União (16% da população). Em Portugal, com 1 em cada 5 portugueses a viver nessa condição, o alarme tem soado a todos os níveis da sociedade, envolvendo o próprio Presidente da República.

A pobreza pode ser entendida sob três perspectivas principais: na esfera económica, que envolve a falta de recursos financeiros – o aspecto mais referido por ser quantificável; na esfera material, que compreende as necessidades mais básicas (alimentação, vestuário, alojamento e saúde); e na esfera social, que tem a ver com a qualidade de vida, envolvendo aspectos que não sendo de sobrevivência (como o acesso à educação, informação, diversão, etc.), podem mesmo assim conduzir à exclusão social do indivíduo.

O entendimento de pobreza varia de acordo com a geografia e o contexto social, daí que ser-se pobre na Índia, na Guiné ou nas Filipinas, é completamente diferente de ser-se pobre na Suécia, na Austrália ou no Canadá. A nível da União Europeia, considera-se em risco de pobreza toda a pessoa que tem rendimentos inferiores ao limiar de 60% do rendimento mediano equivalente.

Conforme se constatou atrás, a problemática da pobreza (e os seus contextos envolventes) não é um fenómeno exclusivo de Portugal, mas uma realidade europeia e do chamado ‘primeiro mundo’; contudo, atinge no nosso país dimensões que não são próprias do seu enquadramento político e geográfico. A sintomática disso é que enquanto a União Europeia tem em média um Produto Interno Bruto (PIB) de €22.600 por habitante, Portugal fica-se pelos €16.800.

As comparações, com os nossos parceiros europeus, não são propriamente uma fonte de inspiração: apesar de os sucessivos governos terem aumentado o seu investimento na protecção social, que em 2004 era de 24,9% do PIB (contra apenas 21,7% em 2000); a média da União Europeia é presentemente já de 27,3%. Aliás, a realidade mostra que pese, embora todos os esforços desenvolvidos ao longo dos anos pelo Estado, sociedade civil e organizações filantrópicas, é apropriado afirmar-se que a situação da pobreza em Portugal se encontra hoje aos mesmos níveis de há 20 anos atrás.

É neste contexto desafiante e complexo que vivem as igrejas cristãs em Portugal. A citação com que este artigo se iniciou está incompleta, pois o texto do versículo todo diz o seguinte: “Porque sempre tendes os pobres convosco e podeis fazer-lhes bem quando quiserdes” . Jesus Cristo descreve uma realidade e diz depois o que se pode fazer sobre essa mesma realidade.

Salvo pouquíssimas excepções, a comunidade evangélica em Portugal tem tradicionalmente desenvolvido quase exclusivamente a sua ‘actividade’ na esfera espiritual. As poucas incursões na área social têm sido feitas muitas vezes por iniciativas individuais ou por se ver aí uma forma de ministrar aos crentes mais carenciados.

Os finais do século XX, vieram trazer novas realidades que possivelmente nem todas as igrejas acompanharam. Uma sociedade pós-modernista, multifacetada e retalhada por princípios adversos ao cristianismo, requer uma abordagem apropriada por parte da igreja; uma igreja que, sem abdicar dos seus objectivos evangelísticos, procura alcançar o ser humano como um todo. É este ministério holístico e este engajamento por parte da igreja em áreas que, não sendo aparentemente do foro estritamente ‘espiritual’, lhe abrem no entanto o caminho para a evangelização e a oportunidade de responder às necessidades da sociedade em que supostamente está inserida. Talvez tenha chegado o momento em que a Igreja deverá deixar de caminhar paralelamente à sociedade para tomar uma diagonal e envolver-se na realidade que a rodeia e ministrar ao seu próximo. A questão que então se levanta é: estão os cristãos evangélicos em Portugal preparados para dar este passo e empenharem-se activamente no combate à pobreza? À exclusão social e a muitos outros males que enfermam a sociedade de hoje? Estão as comunidades evangélicas deste país – e as suas lideranças – suficientemente despertas e motivadas para se comprometerem na luta contra a miséria que atravessa este país onde o Senhor as colocou? Se procuramos que a Igreja seja visível e relevante para a sua geração e para os desafios que a sociedade de hoje apresenta, dificilmente encontraríamos melhor área por onde começar!

Alberto Serém
Major do Exercito de Salvação

Evangelismo ou Ação Social?

Neste período em que tanto se tem falado das grandes dificuldades vividas na nossa sociedade em Portugal, como podemos nós, Igreja de Cristo, ficar indiferente com tudo aquilo que se passa. Deus não é indiferente! Não tem conta as vezes que são mencionadas nos meios de comunicação, palavras como: “Desemprego”, “Piores níveis de ensino de toda a Europa”, “Listas de espera da saúde”, “Sofrimento dos idosos”, “Reformas e pensões insuficientes”, “Rendimento Social de Inserção”, “Baixo poder de compra”, “Baixo nível de vida”, “Endividamento das famílias”, “Emigração”… Em tudo isto Deus tem a sua Palavra a dizer.

Se por um lado, nós, Igreja de Cristo, somos unânimes em concordarmos que só Deus pode transformar vidas de forma sustentável, por outro lado, muitas têm sido as dúvidas, inseguranças e divergências enquanto à estratégia que deve ser seguida: Evangelismo ou Acção Social ? Este debate não é novo !

Para uns, a acção social tem sido uma perda de tempo, um desgaste de energia e recursos, onde entram em conflito os interesses do mundo (nomeadamente os do Estado) e o propósito de Deus – o importante é as pessoas aceitarem Jesus, congregarem numa igreja e serem salvas.

Para outros, o evangelismo é estéril, ficando só pelo entusiasmo religioso e não produzindo nenhuma transformação de vida real – o importante é responder às necessidades sociais ajudando as pessoas a sair das suas dificuldades reais e começar a viver uma vida abençoada.

Durante muito tempo, e ainda nos dias de hoje, este debate tem sido vivido. Quantos vezes a acção social tem sido associada a movimentos eclesiásticos ditos “históricos”, ou por outras palavras, aos que menos avivados são, espiritualmente ? Quem associaria um avivamento espiritual a um mover da acção social ? Não nos sentimos nós mais cómodos ao pensar em igrejas cheias com tempos de louvor e adoração maravilhosos e pessoas quebrantadas a chorar diante da presença de Deus ? O inimigo das nossas almas tem sido muito astuto !! Ele tem conseguido entreter-nos com questões estratégicas de segundo plano, colocando muitas vezes em conflitos instrumentos que o próprio Deus deseja utilizar de forma complementar no seu devido contexto.

Na sequência do Congresso de Lausanne de 1974, chegou-se à conclusão de que no lugar de destronar o “Evangelismo” a favor do “Social”, era necessário “Entronizar o AMOR  como motivação histórica principal para as missões”. Desta declaração permita-me apresentar-vos três considerações importantes:

1. “Evangelismo” e “Acção Social” são actividade distintas. Quando se considera estas duas actividades uma só, uma das duas acaba sempre por desaparecer (frequentemente o Evangelismo). Ora, os frutos da “acção social” podem nunca vir a surgir, mas os da “proclamação” sempre surgirão. As respostas sociais são muitas vezes fundamentadas em estratégias e métodos humanos limitados e falíveis mas a Mensagem de Esperança vem directamente de Deus – Isaías 55:11.

2. A “Proclamação da Palavra” é central. A “acção social” e o “evangelismo” são sem dúvida nenhuma parceiros, contudo, não têm o mesmo peso. A principal necessidade das pessoas continua a ser a de reconciliar-se com Deus. De alguma forma, deve-se usar de muita criatividade para que os valores e princípios da mensagem de Deus sejam proclamados no desenvolvimento das acções sociais. Caso contrário, as pessoas só ficarão pelo reconhecimento a pessoas, a instituições ou a programas, em vez de serem gratas a Deus por aquilo que Ele está a fazer nas suas vidas.
3. “Evangelismo” e “Acção social” são inseparáveis. Em termos absolutos, podemos dizer que o “evangelismo” (conhecer Jesus) tem toda a
prioridade sobre a “acção social”. Contudo, em contextos específicos, assim não poderemos pensar: uma criança a morrer à fome precisa, acima de tudo, de algo que a mantenha viva.

Seja qual for a actividade desenvolvida, esta sempre deverá assentar em relacionamentos humanos. Pois, em tudo isto, a “Proclamação” tem de ser central. Ora, um “centro” sempre pressupõe um contexto, e este contexto é o de uma vida de AMOR. Não podemos pensar em termos de actividades. Pois o AMOR requer que se compartilhe a mensagem de esperança que vai ao encontro da maior necessidade das pessoas. Lutemos para que todas as pessoas envolvidas nesta acção social possa conhecer esta mensagem de esperança !! I Coríntios 13.

João Barros (JOCUM – ComPaixão)
Director do Centro de Acolhimento Temporário
Para Sem Abrigo – Exército de Salvação
Membro da IEFAV – Albarraque

Motivos de Oração:

  • Pela salvação e completa restauração da População carenciada de Portugal.
  • Pelas famílias que dia-após-dia, tem perdido suas casas, seus abonos, seus sonhos e sua dignidade.
  • Por um maior conhecimento, por parte das Igrejas, das necessidades reais das populações locais. Um conhecimento que leve à acção.
  • Pela manifestação do Amor de Deus aos carenciados, por parte da Igreja.
  • Pela promoção de encontros das lideranças das nossas igrejas e instituições sociais de cariz evangélico, no sentido de perceber que a acção social pode seguir, preceder e acompanhar o evangelismo.

Que Deus te abençoe! Daniele Marques.






18º Dia – Oremos pelas Polícias GNR e PSP!

13 04 2011


O suicídio é a principal causa de morte não natural entre os agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP e GNR), revela um estudo hoje divulgado em Peniche durante um seminário dos Serviços Sociais desta força de segurança.

“A principal causa de morte na Polícia entre 2006 e 2009 são os suicídios, que têm aumentado infelizmente, ocorrendo principalmente quando os agentes se encontram no ativo”, revelou a subcomissária Sílvia Caçador.

Falta de acompanhamento psicoafetivo

Segundo a autora do estudo, o problema pode estar relacionado “com uma falta de acompanhamento psicoafetivo e com as dificuldades em lidar com os problemas diários da profissão”.

Os suicídios ocorrem durante a vida ativa dos polícias, enquanto os acidentes de transporte, apontados como outra das principais causas de morte não naturais, acontecem já durante a aposentação.

As doenças do aparelho respiratório, provocados pela poluição atmosférica a que os polícias estão sujeitos quando fazem patrulhamento das ruas e pelo consumo de tabaco enquanto forma de escape para os problemas da profissão, são uma das principais causas de morte natural, seguindo-se as doenças do aparelho circulatório, tumores e perturbações mentais.

O estudo revela ainda que as maiores taxas de mortalidade ocorrem entre os 20 e os 24 anos de idade, devido “à inexperiência dos polícias em lidar com os problemas diários da profissão”, ou entre os 50 e os 54 anos.

“A partir dos 50-55 anos verificamos que há um acumular de anos de cansaço e de dedicação a uma profissão difícil, havendo mais óbitos neste grupo de idades”, já em situação de aposentação, justificou.

Clique no link para ver a reportagem:

http://videos.sapo.pt/nLNeRG3GYvz3K91YJ7zw

Recentemente temos sido confrontados com este problema no seio das forças policiais, nomeadamente na PSP (Polícia de Segurança Pública),  e GNR (Guarda Nacional Republicana.

Em Portugal, ao contrário do Brasil por exemplo, onde este problema é um verdadeiro flagelo e onde os nossos irmãos militares evangélicos estão procurando dar apoio nesta área, eram raros estes casos. Por isso, podemos questionar-nos! Porquê este problema? A sociedade aparentemente tem melhores condições sociais, as forças policiais estão melhor equipadas, os soldos (vencimentos) não sendo os desejáveis, são aceitáveis tendo em conta a condição do país. Contudo, surgem aqui e ali casos de desespero, descontrolados, que não encontrando solução para o seu problema de alma, põem termo à vida física.

Como militares e polícias cristãos evangélicos, sabemos muito bem identificar onde está a origem do problema e que urge ser atacado.  A Bíblia é bem clara mostrando que a influência de Satanás no mundo se manifesta nas pessoas. Esta influência na alma que João 10:10 refere como: Roubar, Matar, Destruir e se materializa através da desmotivação do individuo-o, desagregação da família, descrédito nas instituições e na sociedade, levando por fim ao suicídio; só pode ser contrariada através  duma paz interior, que unicamente podemos encontrar crendo e aceitando Jesus como nosso Salvador.

Quem tem Jesus tem a vida!” Diz o mesmo versículo. “Mas Jesus veio dar-nos vida e vida com abundância” Portanto, não comete este erro ou atentado contra o seu próprio corpo. A vida é um dom de Deus que só a Ele pertence! Nenhum de nós enquanto cidadão militar, polícia ou civil tem o direito de atentar contra ela. Por isso é urgente que a mensagem de Cristo penetre nos corações de todo o homem ou mulher que serve nas forças militares e policiais, para que sejam libertos desta influência satânica e sirvam a Deus e a nação portuguesa com esperança e alegria.

Irmãos, oremos por esta preocupação e que o Senhor nos ajude! Militares, polícias e civis a trabalhar-mos na evangelização dos nossos companheiros e assim contribuir-mos para a ausência deste problema na forças militares e policiais. Os Militares Evangélicos de Portugal – Estão ao dispor das instituições militares e policiais, para que com a “mensagem da cruz” se ganhe esta batalha.

Samuel Cóias
O Presidente da Direcção  MEP – TCOR/PILAV(R)

Motivos de Oração:

  • Que Deus possa dar consolo e conforto aos órfãos e viúvas de militares que suicidaram.
  • Por libertação e salvação de militares e familiares.
  • Por abertura de novos pontos de pregação e testemunho nas Esquadras Policiais espalhadas por nosso país.
  • Por protecção na vida dos militares evangélicos.
  • Pelos lares de militares que estão afectados pela violência doméstica.
  • Que a igreja evangélica portuguesa possa ser usada por Deus para trazer respostas efectivas nesta matéria.
  • Por um avivamento entre os militares do nosso país.

Que Deus te abençoe! Daniele Marques.